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CNAE 2.3 · Seção C · Divisão 10

CNAE 1099-6/02: Fabricação de pós alimentícios

O CNAE 1099-6/02 é a subclasse da CNAE 2.3 (IBGE) para fabricação de pós alimentícios. Pela nota oficial, o código compreende a fabricação de pós para pudins, gelatinas, etc. Não está entre as atividades permitidas ao MEI. Documento fiscal típico: NF-e.

Classe
1099-6
Divisão
10 · Fabricação de alimentos
Pode ser MEI
Não
Documento típico
NF-e

Descrição oficial do IBGE

1099-6/02 · FABRICAÇÃO DE PÓS ALIMENTÍCIOS

Hierarquia: seção C (indústrias de transformação), divisão 10 (fabricação de produtos alimentícios), grupo 10.9 (fabricação de outros produtos alimentícios) e classe 1099-6 (fabricação de produtos alimentícios não especificados anteriormente).

Atividades da subclasse na lista do IBGE (5)

Termos que o IBGE associa a este código, na forma de índice da CNAE (o complemento vem depois do ponto e vírgula).

  • Gelatina em pó para fins alimentares; produção de
  • Pó para preparar mousse; fabricação de
  • Pós para gelatinas; fabricação de
  • Pós para preparar sorvetes; fabricação de
  • Pós para pudins, gelatinas, etc; fabricação de

O que este código compreende e não compreende

Notas explicativas do IBGE, copiadas sem alteração. Os códigos entre parênteses indicam onde fica a atividade que não entra aqui.

Notas da subclasse 1099-6/02

Esta subclasse compreende:

  • a fabricação de pós para pudins, gelatinas, etc.

Esta subclasse NÃO compreende:

  • a fabricação de pós para refrescos ou outras bebidas (1122-4/03)

Notas da classe 1099-6

Esta classe compreende:

  • a fabricação de preparações salgadas para aperitivos
  • a fabricação de pós para pudins, gelatinas, etc.
  • a elaboração do sal de cozinha, p.ex.: sal iodado
  • a fabricação de vinagres
  • a fabricação de adoçantes
  • a fabricação de fermentos e leveduras
  • a fabricação de produtos à base de soja
  • a fabricação de sopas em estado líquido, em pó ou em tabletes
  • a fabricação de produtos à base de misturas de mel, mesmo o mel artificial
  • a preparação de produtos para infusão (chá, mate e outras ervas para infusão)
  • a fabricação de doces de matérias-primas diferentes de leite e de frutas
  • a fabricação de leites e queijos de soja ou de outros substitutos vegetais do leite
  • a produção de alimentos pré-preparados para restaurantes, lanchonetes e semelhantes
  • o beneficiamento de guaraná
  • a fabricação de extratos e sucos de carnes, pescados, crustáceos e moluscos
  • a fabricação de produtos alimentícios não especificados em outras classes

Esta classe compreende ainda:

  • a fabricação de gelo comum
  • a preparação de alimentos especiais como: alimentos infantis, alimentos contendo ingredientes homogeneizados, alimentos perecíveis, etc.
  • a fabricação de alimentos dietéticos, complementos alimentares e semelhantes

Esta classe NÃO compreende:

  • a fabricação de mel natural, própolis, geléia real e semelhantes (01.59-8)
  • a fabricação de sal refinado, associado à extração (08.92-4)
  • a fabricação de preparações em pó para bolos (10.62-7)
  • a fabricação de chá, mate e semelhantes prontos para beber (11.22-4)
  • a fabricação de pós para refrescos (11.22-4)
  • a fabricação de gelo seco (20.14-2)
  • a fabricação de produtos botânicos para uso farmacêutico (21.21-1)

O CNAE 1099-6/02 pode ser MEI?

Não. A subclasse 1099-6/02 não está no Anexo XI da Resolução CGSN nº 140/2018, que lista as ocupações permitidas ao MEI. A empresa com esta atividade abre em outro porte (microempresa, por exemplo), e o contador indica se cabe o Simples Nacional ou outro regime.

Nota fiscal típica: NF-e

Fábrica vende mercadoria com NF-e (modelo 55), quase sempre para outras empresas. Quando o produto é industrializado, a nota pode ter IPI além do ICMS, e remessas para industrialização por terceiros e os retornos também saem com NF-e, com CFOP próprio. Venda direta ao consumidor numa loja da fábrica pode usar NFC-e.

O CNAE não define sozinho a nota: o que manda é a operação (vender mercadoria, prestar serviço, transportar) e a regra do estado ou do município. Confirme com a contabilidade antes da primeira emissão.

Gestão na divisão 10: fabricação de alimentos

Na indústria de alimentos, o que mais pesa na gestão é a ficha técnica e a validade. A ficha diz quanto de cada insumo vai em cada produto; sem ela, o custo é chute e a perda de matéria-prima não aparece. A validade obriga a vender primeiro o lote mais antigo e a saber, em caso de recolhimento, para quem cada lote foi. Exemplo: uma fábrica de doces que produz 200 potes por dia precisa dar baixa no açúcar, no leite e na embalagem a cada ordem de produção, senão o estoque do sistema descola do estoque da prateleira em uma semana.

Classe 1099-6 e subclasses vizinhas

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Fontes oficiais

Descrição, atividades e notas copiadas da API do IBGE (CNAE 2.3); ocupações do MEI conforme o Anexo XI publicado no Portal do Simples Nacional. A escolha do CNAE principal e dos secundários deve ser feita com o contador, conforme o que a empresa faz de fato.

Perguntas frequentes

O CNAE 1099-6/02 pode ser MEI?

Não. A subclasse 1099-6/02 não aparece no Anexo XI da Resolução CGSN nº 140/2018, a lista de ocupações permitidas ao MEI publicada no Portal do Simples Nacional (consultada em 07/10/2026). Quem exerce essa atividade abre a empresa em outro porte, como microempresa, e o contador indica o regime tributário.

Qual a diferença entre o CNAE 1099-6/02 e o 1122-4/03?

O 1099-6/02 é fabricação de pós alimentícios; o 1122-4/03 é fabricação de refrescos, xaropes e pós para refrescos, exceto refrescos de frutas. A nota oficial do IBGE diz que o 1099-6/02 não compreende a fabricação de pós para refrescos ou outras bebidas (1122-4/03). Se a empresa faz as duas atividades, uma vira o CNAE principal (a de maior receita) e a outra entra como secundária.

Que nota a indústria com CNAE 1099-6/02 emite?

Fábrica vende mercadoria com NF-e (modelo 55), quase sempre para outras empresas. Quando o produto é industrializado, a nota pode ter IPI além do ICMS, e remessas para industrialização por terceiros e os retornos também saem com NF-e, com CFOP próprio. Venda direta ao consumidor numa loja da fábrica pode usar NFC-e.

Segmentos do Beevix

Ainda não há uma página de segmento do Beevix dedicada a este código. Veja a lista de segmentos atendidos ou os negócios de atividade vizinha:

Recursos do Beevix mais usados nesta atividade

  • Ordem de produção

    Ordens de produção que consomem matéria-prima do estoque e devolvem o produto acabado ao saldo, com as notas de cada etapa no mesmo sistema.

  • Lote e validade

    Lote e data de validade registrados na entrada da mercadoria, para acompanhar o que vence primeiro e rastrear de onde veio cada item.

  • Controle de estoque

    Controle de estoque com saldo atualizado a cada compra e venda, sincronizado entre loja física, loja virtual, marketplaces e depósitos.

  • Nota fiscal eletrônica (NF-e)

    Emissão de NF-e (modelo 55) a partir do pedido de venda, com envio ao cliente, DANFE em um clique e XML guardado no sistema.

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