Supermercados e alimentação
Sistema de gestão para açougues
O quarto traseiro entra com 80 quilos e sai em picanha, alcatra, maminha, osso e aparo. Enquanto o rendimento de cada peça não é medido, o custo do quilo é palpite.

- da peça em cada corte
- Rendimentoda peça em cada corte
- com etiqueta lida no caixa
- Balançacom etiqueta lida no caixa
- de teste grátis, sem cartão
- 30 diasde teste grátis, sem cartão
- integrações disponíveis
- +250integrações disponíveis
O que é um sistema de gestão para açougue?
É um software que acompanha a carne desde a peça inteira até o corte na bandeja. O açougue compra quarto traseiro, dianteiro, costela e pernil por quilo e transforma cada peça em vários produtos com preços diferentes, além de osso, gordura e aparo que não viram venda. O sistema registra esse rendimento, controla lote e validade do refrigerado, envia o preço por quilo para a balança e emite NFC-e no balcão, com o custo real de cada corte.
O que trava a operação
Os gargalos que aparecem em açougue
Rendimento que ninguém mede
Entraram 80 quilos de traseiro e saíram bandejas de seis cortes, mais osso e aparo. Sem o rendimento anotado, o preço da picanha sustenta ou afunda a peça inteira e ninguém fica sabendo.
Aparo e osso sem destino
A gordura retirada e o osso serrado saem do peso comprado e não aparecem em lugar nenhum. O estoque acusa falta de carne que na verdade foi para o balde.
Validade do refrigerado
A bandeja de moída de ontem continua na vitrine e a peça a vácuo do fundo da câmara passou da data. A perda é descoberta pelo cheiro.
Preço do quilo copiado
O cartaz é feito olhando o concorrente da esquina. Quando a arroba sobe, o açougue segue vendendo no preço antigo por mais duas semanas.
Antes e depois
O que muda na rotina com o Beevix
| Na operação | Sem sistema | Com o Beevix |
|---|---|---|
| Rendimento da peça | Ninguém sabe quanto de picanha saiu do traseiro da semana passada | Desmonte registrado: peso de entrada, cortes gerados, osso e aparo |
| Custo por corte | Todos os cortes herdam o preço do quilo da peça inteira | Custo distribuído pelo rendimento apurado, corte por corte |
| Venda por peso | A balança imprime, o operador digita o valor no caixa e às vezes erra | Etiqueta lida no PDV, com peso, preço e o item certo no cupom |
| Validade | Data conferida quando alguém sente o cheiro na vitrine | Lote e validade por bandeja e por peça a vácuo, com aviso antes de vencer |
| Perda | Carne escurecida vai para o lixo e sai do estoque sem explicação | Baixa por motivo, com o custo do descarte separado do aparo de processo |
| Reposição | Pedido ao frigorífico feito pelo que a câmara parece indicar | Compra pelo giro de cada corte e pelo saldo em quilo da câmara |
Como funciona na prática
O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento
- 1
Entrada da peça
Importe a nota do frigorífico com o peso e o lote de cada peça, registrando validade e a temperatura do recebimento.
- 2
Desmonte e desossa
Abra a ordem do desmonte, informe os cortes que saíram da peça e o peso de osso, gordura e aparo.
- 3
Custo por corte
O sistema distribui o custo da peça pelo rendimento apurado, mostrando quanto custa o quilo de cada corte.
- 4
Vitrine e balança
Os cortes vão para a balança com preço por quilo e validade, e a etiqueta é lida no caixa com NFC-e.
- 5
Fechamento e perda
Descarte, aparo e consumo interno são baixados por motivo, e o giro por corte orienta o pedido da semana.
Recursos
O que o Beevix entrega para açougue
Rendimento da peça
Peso de entrada contra cortes gerados, com osso, gordura e aparo apontados no desmonte.
Custo real por corte
O custo da peça inteira distribuído pelo rendimento, para saber o quilo da picanha e o da paleta.
Balança e etiqueta
Preço por quilo enviado do cadastro para a balança e etiqueta reconhecida no caixa.
Lote, validade e vácuo
Cada bandeja e cada peça embalada com data própria, e aviso antes de o refrigerado vencer.
Perda por motivo
Descarte, aparo de processo e consumo interno separados, com o custo de cada um por período.
Giro por corte
Quanto sai de cada corte por semana, para pedir ao frigorífico o que a vitrine realmente vende.
Tudo em um painel só: açougue do primeiro contato ao faturamento.
Integrações
Conectado ao que a sua operação já usa
- B
Balanças Toledo e Filizola
Preço por quilo e validade enviados para a balança da vitrine.
- M
Maquininha POS e TEF
Cartão do balcão conciliado com o caixa do dia.
- P
Pix no caixa
QR Code na venda por peso, com baixa automática do recebimento.
- W
WhatsApp
Pedido de churrasco confirmado e aviso de quando a peça estará separada.
- C
Certificado Digital A1
Necessário para emitir NFC-e no balcão e NF-e para restaurante que compra a prazo.
Fiscal e regulatório
As particularidades do setor
O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em açougue.
Carne tem tributação própria
Carne bovina, suína e de aves têm regras de ICMS e de PIS/COFINS específicas, com reduções e diferimento que variam por estado e por tipo de operação. A definição por NCM no cadastro é o que faz o cupom sair certo.
Inspeção sanitária acompanha o lote
A carne comprada precisa vir de estabelecimento com inspeção federal, estadual ou municipal, e o selo identifica a origem. Registrar fornecedor, lote e validade na entrada é o que permite rastrear a peça se houver recolhimento.
Rótulo do produto embalado na loja
A peça embalada a vácuo pelo próprio açougue precisa de identificação com produto, peso, data de embalagem e validade. A etiqueta gerada na balança é o que liga esse rótulo ao lote no estoque.
Implantação
Rodando na primeira semana
Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.
- 1
Dia 1 — Peças e cortes
Cadastre as peças que você compra e os cortes que saem de cada uma, com preço por quilo.
- 2
Dia 2 — Balança e caixa
Envie os cortes para a balança, instale o PDV e emita as primeiras NFC-e por peso.
- 3
Dia 3 — Primeiro desmonte
Rode um desmonte real: peso de entrada, cortes gerados, osso e aparo, e veja o custo por quilo.
- 4
Semana 2 — Validade e compra
Ligue lote e validade do refrigerado e passe a pedir ao frigorífico pelo giro de cada corte.
Glossário
Os termos de açougue, explicados
- Rendimento da peça
- Proporção entre o peso da peça comprada e o peso dos cortes que ela entrega. É o número que define o custo por quilo de cada corte e o lucro real do açougue.
- Desossa
- Separação da carne do osso, feita na própria loja. Reduz o peso vendável, e sem lançamento o estoque acusa falta de mercadoria que nunca existiu.
- Aparo
- Gordura e pontas retiradas na limpeza do corte. Sai do peso comprado sem virar venda, e só entra no custo quando é registrado como perda de processo.
- Embalagem a vácuo
- Método que retira o ar da embalagem para prolongar a validade do corte refrigerado. Gera um produto com data própria, diferente da bandeja exposta na vitrine.
- SIF
- Serviço de Inspeção Federal, registro que autoriza abate e processamento com circulação em todo o país. O número aparece no rótulo da peça e identifica a origem do lote.
- Arroba
- Unidade de 15 quilos usada na negociação do boi em carcaça. A variação do preço da arroba chega ao balcão dias depois e precisa ser repassada ao preço por quilo.
Planos e preços
Um ERP que acompanha o crescimento da sua empresa
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Para começar com organização e controle
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Beevix Max
Para operações de maior porte
Ideal para empresas com alto volume de movimentações, diferentes setores, processos complexos, filiais ou múltiplos CNPJs.
Operação de maior porte
Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão
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- Suporte humano incluso
Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.
Dúvidas frequentes
Perguntas de quem trabalha com açougue
O sistema calcula o rendimento da peça?
Calcula. No desmonte você informa o peso da peça que entrou e os cortes que saíram, com osso, gordura e aparo. O custo da peça é então distribuído por esse rendimento, corte a corte.
Dá para saber quanto custa o quilo da picanha de verdade?
Dá. O custo não é o preço do quilo do traseiro, e sim o que sobra depois da desossa e do aparo. O sistema mostra esse valor por corte, com base no que foi pago na última compra.
Como funciona a venda por peso?
O corte é cadastrado com preço por quilo e enviado para a balança, que imprime a etiqueta. O caixa lê essa etiqueta e o peso entra no cupom, sem digitação de valor.
Controla validade da carne embalada?
Controla. Cada bandeja e cada peça a vácuo entra com lote e data, e o sistema avisa o que está perto de vencer para você promover antes do descarte.
Vendo para restaurantes e churrascarias. Emite nota a prazo?
Emite. A venda para CNPJ sai em NF-e com prazo e limite de crédito, e o balcão continua em NFC-e. As duas operações baixam o mesmo estoque em quilo.
E a perda? Como fica no estoque?
A baixa é feita por motivo, separando descarte por vencimento, aparo de processo e consumo interno. Assim o inventário em quilo fecha com explicação em vez de sumiço.
Tenho o açougue dentro de um mercado. Serve?
Serve. A seção de carnes tem estoque e balança próprios, e as vendas entram no mesmo caixa do mercado, com o resultado do açougue apurado em separado.
Outros segmentos atendidos
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