Supermercados e alimentação
Sistema de gestão para sorveterias
O cliente monta o potinho e a balança decide o preço. Atrás disso existe uma cuba que você bateu de manhã, com ficha técnica, e que vai acabar no meio do domingo à tarde.
Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.

- venda na balança com a tara do pote descontada
- Por gramavenda na balança com a tara do pote descontada
- produção com ficha técnica e rendimento
- Por cubaprodução com ficha técnica e rendimento
- por telefone, chat e e-mail
- Suporte humanopor telefone, chat e e-mail
- integrações disponíveis
- +250integrações disponíveis
O que é um sistema de gestão para sorveteria?
É um software para sorveteria que trata a loja como fábrica e balcão ao mesmo tempo. Cada sabor nasce de uma ficha técnica que rende uma cuba, e o potinho é vendido por gramas na balança, com a tara do pote descontada. Casquinha, cobertura e granulado entram como adicional, o sistema avisa qual cuba está no fim no domingo à tarde e a diferença entre o verão e o inverno aparece no giro de cada sabor.
O que trava a operação
Os gargalos que aparecem em sorveteria
Venda de sorvete por peso na balança sem tara
O pote de plástico pesa e entra no valor cobrado. Em mil atendimentos no fim de semana, esse punhado de gramas por cliente vira um número que ninguém vê.
Cuba batida de memória
A base, a polpa e o estabilizante vão na batedeira na proporção que o funcionário aprendeu olhando. O sabor muda de uma semana para outra e o custo por litro é chute.
A cuba que acaba no domingo à tarde
Quatro da tarde de domingo, fila na porta, e o chocolate acabou. Quem produz de manhã sem olhar o giro do sabor descobre o problema com o cliente na frente da vitrine.
Adicional servido de graça
Casquinha, cobertura quente e granulado saem por cima sem lançamento. O estoque de calda e de cone diminui sozinho e o ticket do potinho fica igual ao de quem não pediu nada.
Antes e depois
O que muda na rotina com o Beevix
| Na operação | Sem sistema | Com o Beevix |
|---|---|---|
| Venda por peso | Balança de mesa, o atendente olha o valor e digita no caixa | Peso líquido lido no PDV com a tara do pote descontada e o preço por quilo do cadastro |
| Produção do sabor | Base e polpa medidas de olho por quem está na batedeira naquele dia | Ficha técnica por cuba, com a batida consumindo insumo na quantidade da receita |
| Rendimento | Ninguém sabe quantos quilos de sorvete saíram de 10 litros de calda | Rendimento apurado por cuba, com o ar incorporado refletido no peso por litro |
| Reposição da vitrine | O sabor acaba no pico e a cuba vazia fica no balcão até fechar | Saldo por cuba e giro por sabor, apontando o que precisa ser batido de manhã |
| Adicional | Cobertura e casquinha servidas sem cobrar e sem sair de nenhum estoque | Cada adicional com preço e insumo próprios, lançado no atendimento |
| Inverno | Julho chega, a venda cai pela metade e a produção segue no mesmo ritmo | Giro por sabor e por mês, com a produção ajustada antes de a cuba virar perda |
Como funciona na prática
O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento
- 1
Compra da base e da polpa
A base em pó, a polpa de fruta, o leite e o estabilizante entram com lote e validade, na unidade em que o fornecedor entrega.
- 2
Batida da cuba
A ordem de produção do sabor consome a receita e dá entrada na cuba pelo peso real que saiu da batedeira.
- 3
Vitrine e balança
Os sabores vão para a balança com preço por quilo, e o potinho é pesado com a tara descontada no atendimento.
- 4
Potinho com adicional
Casquinha, cobertura e granulado são lançados no mesmo atendimento, com preço e baixa de estoque próprios.
- 5
Fechamento e produção de amanhã
No fim do dia o giro por sabor mostra qual cuba acabou primeiro e o que precisa ser batido na manhã seguinte.
Recursos
O que o Beevix entrega para sorveteria
Produção por cuba
Ordem de produção por sabor, consumindo base, polpa e estabilizante da ficha e dando entrada no peso real da cuba.
Balança com tara do pote
Preço por quilo enviado do cadastro para a balança e peso líquido lido no caixa, sem o pote no valor cobrado.
Casquinha e cobertura
Adicional com preço e insumo próprios, lançado no atendimento em vez de sair de graça por cima do potinho.
Lote e validade da cuba
Data de produção por cuba e validade da base e da polpa, com aviso antes de o insumo passar do prazo.
Curva de verão e inverno
Venda por mês e por sabor, para reduzir a produção em julho sem deixar a vitrine vazia em janeiro.
Giro por sabor
Quanto sai de cada cuba por dia da semana, que é o número que decide o que vai para a batedeira amanhã.
Tudo em um painel só: sorveteria do primeiro contato ao faturamento.
Integrações
Conectado ao que a sua operação já usa
- B
Balanças Toledo e Filizola
Preço por quilo e tara enviados do cadastro, sem digitar nada na balança.
- M
Maquininha POS e TEF
Cartão do balcão conciliado com o caixa do fim de semana.
- P
Pix no caixa
QR Code gerado na venda por peso, com baixa automática do recebimento.
- i
iFood
Pote de 1 litro e açaí entregando em casa, com baixa no mesmo estoque da loja.
- C
Certificado Digital A1
Necessário para emitir NFC-e no balcão e NF-e do pote vendido a outro comércio.
Fiscal e regulatório
As particularidades do setor
O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em sorveteria.
Sorvete costuma ter ICMS-ST
Sorvetes e preparados para sorvete estão entre os produtos sujeitos à substituição tributária na maior parte dos estados, com NCM, CEST e MVA definidos na legislação estadual. Quando você fabrica na própria loja, a posição na cadeia muda, e isso precisa ser conferido com a contabilidade.
Quantidade em quilo no cupom
A venda pesada sai no documento com a quantidade fracionada em quilos e o preço por quilo, e não arredondada em unidade. É isso que faz o estoque do sabor e a apuração do imposto fecharem no fim do mês.
Rótulo do pote fabricado na loja
O pote de 1 ou 2 litros produzido pela sorveteria e vendido fechado precisa de identificação com produto, peso, data de fabricação e validade. A etiqueta gerada na balança é o que liga esse rótulo ao lote da cuba que o originou.
Implantação
Rodando na primeira semana
Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.
- 1
Dia 1 — Sabores e insumos
Cadastre os sabores da vitrine e os insumos na unidade de compra: base em pó, polpa, leite, estabilizante.
- 2
Dia 2 — Fichas por cuba
Monte a receita dos sabores mais vendidos com o rendimento de uma cuba e o peso que sai da batedeira.
- 3
Dia 3 — Balança e caixa
Envie preço por quilo e tara para a balança, instale o PDV e emita as primeiras NFC-e por peso.
- 4
Semana 2 — Produção e giro
Passe a abrir ordem de produção por cuba e use o giro por sabor para decidir a batida da manhã.
Glossário
Os termos de sorveteria, explicados
- Cuba
- Recipiente de aço em que o sabor fica exposto na vitrine refrigerada, normalmente entre 5 e 10 litros. É a unidade de produção da sorveteria: uma receita rende uma cuba, e o saldo dela é o que o balcão tem para vender.
- Calda base
- Mistura de leite, açúcar, gordura e estabilizante que serve de partida para vários sabores. Como ela aparece em quase toda a produção, uma variação no preço dela muda o custo da vitrine inteira.
- Overrun
- Ar incorporado à massa durante a batida, que faz um volume de calda render mais litros de sorvete. Como a venda é por peso e a produção por litro, esse ganho de volume precisa ser medido para o custo por quilo fazer sentido.
- Tara do pote
- Peso da embalagem vazia, descontado na balança para chegar ao peso do sorvete. Sem esse desconto o cliente paga pelo plástico, e a diferença se multiplica por cada atendimento do fim de semana.
- Adicional de balcão
- Casquinha, cobertura, granulado e fruta colocados no pedido depois de pesado. Têm custo e preço próprios, e servir sem lançar é a forma mais comum de o potinho sair por menos do que consumiu.
- Sazonalidade
- Variação previsível da venda ao longo do ano, com pico no verão e queda forte no inverno. Define quanto produzir por mês e quais sabores mantêm cuba aberta na baixa temporada.
Planos e preços
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Dúvidas frequentes
Perguntas de quem trabalha com sorveteria
Como controlar a produção de sorvete por cuba?
Cada sabor tem ficha técnica com base, polpa, leite e estabilizante, e a batida abre uma ordem de produção que consome esses insumos e dá entrada na cuba pelo peso real. O saldo por cuba fica visível no balcão e o giro por sabor mostra o que precisa ir para a batedeira amanhã.
A balança desconta o peso do pote?
Desconta. A tara da embalagem é configurada no cadastro do item, então a balança cobra apenas o sorvete. O peso líquido e o preço por quilo entram no cupom sem ninguém digitar valor.
Dá para saber quanto custa o quilo de cada sabor?
Dá. O custo vem da ficha da cuba dividido pelo peso que saiu da batedeira, então o chocolate com cobertura e a fruta com polpa têm custos diferentes. Quando a base ou a polpa sobem na compra, o valor é recalculado.
Como registro casquinha, cobertura e granulado?
Como adicionais com preço e insumo próprios, lançados no mesmo atendimento do potinho. Assim o cone e a calda saem do estoque e o ticket mostra a diferença entre quem pediu extra e quem não pediu.
O sistema avisa quando um sabor está acabando?
Avisa. Cada cuba tem saldo próprio e estoque mínimo, então o chocolate perto de terminar aparece antes de a fila de domingo chegar ao balcão e encontrar a cuba vazia.
Vendo muito menos no inverno. O sistema ajuda nisso?
Ajuda. A venda é aberta por sabor e por mês, o que mostra a queda real de cada um na baixa temporada e permite reduzir a produção antes de a cuba virar perda.
Vendo pote fechado para mercadinhos. Emite nota?
Emite. A venda para CNPJ sai em NF-e com prazo de pagamento e o balcão continua em NFC-e por peso. As duas baixam o mesmo estoque de produto pronto.
Outros segmentos atendidos
Ver todos os segmentosOrganize a sua operação de sorveteria
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