Pular para o conteúdo
Beevix

Indústrias

Sistema de gestão para fábricas de doces

O tacho rende em quilo e você vende em unidade, em display de 24 e em caixa de 12 displays. E em fevereiro a fábrica já está produzindo o ovo que o mercado só vai receber em março.

Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.

Confeiteira cortando doce em tabuleiro na área de produção de uma fábrica de doces
conversão na mesma ficha
Quilo, unidade e displayconversão na mesma ficha
da batelada ao pacote na gôndola
Lote e validadeda batelada ao pacote na gôndola
por telefone, chat e e-mail
Suporte humanopor telefone, chat e e-mail
integrações disponíveis
+250integrações disponíveis

O que é um sistema de gestão para fábrica de doces?

É um software que custeia doce por receita e por quilo. A batelada do tacho consome açúcar, glucose, leite condensado e cacau pesados em quilo, rende uma quantidade de unidades e gera um lote com data de fabricação e validade. Ele converte o quilo produzido na unidade, no display e na caixa fechada que você vende, e mostra o consumo da Páscoa e da festa junina antes de a compra de açúcar ser feita.

O que trava a operação

Os gargalos que aparecem em fábrica de doces

  • Receita custeada com o açúcar do semestre passado

    A glucose subiu, o leite condensado acompanhou e a tabela do representante continua a mesma. A paçoca sai da fábrica custando perto do que o distribuidor paga por ela.

  • Tacho que rende diferente a cada batida

    A ficha diz que a batelada dá 1.200 pé de moleque. Na segunda deu 1.150, na quinta deu 1.240, e ninguém sabe se a diferença é o ponto, a balança ou a mão de quem cortou.

  • Unidade, display e caixa no mesmo código

    O estoque diz 8 mil unidades e o supermercado pediu 120 displays. A conversão só é feita no momento de montar o palete, e aí falta ou sobra.

  • Ovo produzido em janeiro e devolvido em maio

    A produção de Páscoa começa muito antes da venda, e o que não girou volta com prazo curto. Sem histórico do ano anterior, a decisão de quanto produzir é palpite.

Antes e depois

O que muda na rotina com o Beevix

Comparação entre a operação sem sistema e com o Beevix em fábrica de doces
Na operaçãoSem sistemaCom o Beevix
ReceitaCaderno da cozinha e a memória de quem faz há vinte anosFicha por produto, com cada ingrediente em quilo e o rendimento previsto
CustoPreço de venda reajustado quando o concorrente reajustaCusto do lote recalculado pelo açúcar e pela glucose que entraram
ProduçãoBatida anotada em folha na parede e digitada no fim da semanaOrdem por batelada, com pesagem, rendimento e lote gerado
EmbalagemPapel torcido, display e caixa contados em pilhas separadasPrimária e secundária na ficha, com baixa junto do doce embalado
ValidadeData batida na embaladeira sem ligação com o dia da produçãoPrazo contado da batelada, com saída do lote que vence antes
SazonalidadeCompra de insumo feita pela sensação do mês anteriorConsumo do mesmo período do ano passado à vista antes de comprar

Como funciona na prática

O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento

  1. 1

    Ficha da receita

    Açúcar, glucose, leite condensado, cacau e amendoim em quilo por batelada, com o rendimento em unidades e o ponto de cozimento registrado.

  2. 2

    Ordem por batelada

    A batida reserva os ingredientes pelos lotes disponíveis, recebe a pesagem real de cada um e gera um lote de doce com data e prazo.

  3. 3

    Embalagem primária

    A unidade é envolvida em papel torcido, celofane ou flowpack, e a embalagem entra na baixa junto com o doce.

  4. 4

    Display e caixa fechada

    As unidades formam o display de balcão e os displays formam a caixa da rede, cada nível com código, código de barras e saldo.

  5. 5

    Venda e entrega

    Distribuidor compra em caixa fechada com tabela de atacado, a rede pede por display, e a NF-e sai com o lote informado no item.

Recursos

O que o Beevix entrega para fábrica de doces

  • Ficha técnica com custo por quilo

    Ingredientes em quilo, rendimento em unidades e embalagem somados no custo de cada produto.

  • Ordem de produção por batelada

    Pesagem apontada ingrediente a ingrediente, com o rendimento real do tacho comparado à ficha.

  • Unidade, display e caixa

    Três níveis de embalagem no mesmo produto, com conversão automática entre eles no pedido.

  • Lote, validade e código de barras

    Cada pacote identificado, com o rastro do lote ligando o doce aos ingredientes usados.

  • Sazonalidade de Páscoa e de junho

    Consumo do mesmo período do ano anterior, para programar a produção antes de a data chegar.

  • Custo que acompanha o açúcar

    Valor do lote recalculado pela entrada mais recente de açúcar, glucose e cacau, contra a tabela do distribuidor.

Painel do Beevix para fábrica de doces

Tudo em um painel só: fábrica de doces do primeiro contato ao faturamento.

Integrações

Conectado ao que a sua operação já usa

  • C

    Certificado Digital A1

    Exigido para a NF-e de venda ao distribuidor e à rede de supermercados.

  • E

    Etiquetas com código de barras

    Rótulo e caixa com lote, data de fabricação, validade e código de barras.

  • M

    Mercado Livre e Shopee

    Venda de kit e caixa de festa ao consumidor com o mesmo estoque de acabado.

  • P

    Pix, boleto e link

    Receba do distribuidor com baixa automática no contas a receber.

  • W

    WhatsApp

    Confirme o pedido do representante e avise a rede quando a carga sair.

Ver as +250 integrações disponíveis

Fiscal e regulatório

As particularidades do setor

O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em fábrica de doces.

  • Rótulo com lote, validade e informação nutricional

    Doce embalado para venda precisa declarar lote, data de fabricação, prazo de validade, lista de ingredientes e a informação nutricional no padrão exigido pela vigilância sanitária, incluindo a rotulagem frontal quando o produto se enquadra.

  • Parte dos doces entra em substituição tributária

    Chocolates, bombons e alguns confeitos aparecem na lista de produtos alimentícios sujeitos a ICMS-ST em vários estados, com MVA definida na legislação estadual. O cálculo muda conforme o estado de destino, e o NCM do item define o enquadramento.

  • GTIN no cadastro e no item da nota

    Para entrar em rede de supermercado, o produto precisa de código de barras próprio em cada nível de embalagem, e esse GTIN vai informado no item da NF-e. Display e caixa fechada pedem código distinto do da unidade.

Implantação

Rodando na primeira semana

Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.

  1. 1

    Dia 1 — Ingredientes e embalagens

    Cadastre açúcar, glucose, cacau e amendoim por unidade de compra, além de papel, display e caixa.

  2. 2

    Dia 2 — Receitas

    Monte a ficha dos produtos de maior volume, com rendimento por batelada e ponto de cozimento.

  3. 3

    Dia 3 — Primeira batelada

    Rode uma ordem real do tacho ao display, gerando lote, validade e rótulo.

  4. 4

    Semana 2 — Fiscal e vendas

    Configure certificado, NCM, ICMS-ST, GTIN por embalagem e as tabelas de distribuidor e rede.

Glossário

Os termos de fábrica de doces, explicados

Tacho
Panela industrial, aberta ou a vácuo, onde a massa do doce cozinha até o ponto. Cada tacho corresponde a uma batelada, e é dele que nasce o lote do produto.
Ponto de cozimento
Momento em que a massa atinge a concentração de açúcar desejada, medida em graus Brix ou pelo teste da água. Passar do ponto endurece o doce e altera o rendimento da batelada.
Glucose de milho
Xarope usado junto com o açúcar para controlar a cristalização e a textura do doce. É comprado em balde ou tambor e pesado em quilo na receita.
Embalagem primária
A que toca o produto: papel torcido, celofane, flowpack ou pote. Responde por boa parte do custo em doce de baixo valor unitário e precisa entrar na ficha técnica.
Display
Caixa aberta com um número fixo de unidades, feita para ir direto ao balcão ou à gôndola. É a medida em que o varejo compra, mesmo quando a fábrica produz em quilo.
GTIN
Número que identifica um produto no código de barras, único para cada embalagem. Unidade, display e caixa fechada precisam de códigos diferentes para a rede conseguir receber.

Planos e preços

Um ERP que acompanha o crescimento da sua empresa

Escolha o plano mais adequado ao tamanho da sua operação. No plano anual, você economiza até 50%.

  • Beevix Básico

    Para começar com organização e controle

    Ideal para MEIs que precisam organizar o financeiro, emitir notas e acompanhar a operação em um só lugar.

    Microempreendedor Individual — MEI

    Faturamento anual recomendado: Até R$ 81 mil

    R$ 99/mês

    Equivalente a R$ 1.188 por ano

    Economize R$ 360 por ano

    Falar sobre o Básico

    Inclui

    • 1 usuário
    • Emissão de NF-e e NFC-e
    • Controle de estoque e cadastros
    • Contas a pagar e a receber
    • 1 canal de venda integrado
    • Suporte por e-mail
  • Mais escolhido

    Beevix Pro

    Para centralizar toda a gestão da empresa

    Ideal para microempresas que precisam controlar vendas, estoque, financeiro, clientes e processos em uma única plataforma.

    Microempresa — ME

    Faturamento anual recomendado: De R$ 81 mil a R$ 360 mil

    R$ 149/mês

    Equivalente a R$ 1.788 por ano

    Economize R$ 600 por ano

    Falar sobre o Pro

    Tudo do Básico, mais

    • 3 usuários
    • NFS-e e ordem de serviço
    • Frente de caixa (PDV)
    • Até 5 canais de venda
    • Beevix Envios e etiquetas
    • Suporte por telefone e chat
  • Beevix Scale

    Para empresas que estão crescendo

    Ideal para operações com maior volume de vendas, mais processos, equipe em expansão e necessidade de controles avançados.

    Empresa em expansão

    Faturamento anual recomendado: De R$ 360 mil a R$ 1,5 milhão

    R$ 229/mês

    Equivalente a R$ 2.748 por ano

    Economize R$ 1.440 por ano

    Falar sobre o Scale

    Tudo do Pro, mais

    • 8 usuários
    • Canais de venda ilimitados
    • +80 automações
    • Ordem de produção
    • Dashboards do Meu Negócio
    • Suporte prioritário
  • Beevix Max

    Para operações de maior porte

    Ideal para empresas com alto volume de movimentações, diferentes setores, processos complexos, filiais ou múltiplos CNPJs.

    Operação de maior porte

    Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão

    R$ 399/mês

    Equivalente a R$ 4.788 por ano

    Economize R$ 4.800 por ano

    Falar com um especialista

    Tudo do Scale, mais

    • Usuários ilimitados
    • Multiempresas (múltiplos CNPJs)
    • API e Central de Extensões
    • Implantação guiada
    • Gerente de conta dedicado
    • SLA de atendimento
  • Sem fidelidade nem multa
  • Troque de plano quando quiser
  • Suporte humano incluso
  • Implantação acompanhada

Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.

Dúvidas frequentes

Perguntas de quem trabalha com fábrica de doces

Como calcular o custo de uma receita de doce?

Multiplique a quantidade de cada ingrediente da ficha pelo preço da entrada mais recente, some a embalagem primária e a secundária e divida pelo rendimento real da batelada. No Beevix, a ficha fica no cadastro do produto e o custo do lote é recalculado quando o açúcar ou a glucose chega com outro preço.

O sistema mede o rendimento de cada batelada?

Mede. A ordem de produção registra a pesagem de cada ingrediente e a quantidade de unidades que saiu do tacho, e compara com o rendimento previsto na ficha. A diferença aparece batida por batida.

Dá para controlar unidade, display e caixa do mesmo doce?

Dá. Os três níveis convivem no mesmo produto com fator de conversão e código de barras próprios, então o pedido em display baixa a quantidade correta de unidades do estoque.

Controla lote e validade do doce?

Controla. Cada batelada gera um lote com data de fabricação e prazo, o saldo é mantido por lote e a separação indica o que vence primeiro, o que reduz devolução do supermercado.

Como o sistema ajuda na produção de Páscoa e de festa junina?

Ele guarda o consumo e o faturamento do mesmo período do ano anterior, por produto e por cliente, o que sustenta a decisão de quanto produzir e quando comprar açúcar, cacau e amendoim.

Vendo para distribuidor e para rede. O sistema separa?

Separa. Cada cliente tem tabela de preço e condição própria, e a nota sai com o GTIN e a unidade que aquele canal exige, sem recadastrar o produto.

A fábrica também vende na loja da frente. Funciona?

Funciona. O balcão atende o consumidor final em PDV com NFC-e, no mesmo estoque de produto acabado por lote que abastece o distribuidor.

Organize a sua operação de fábrica de doces

Sem fidelidade. Fale com quem conhece a operação do seu setor.

Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.

Falar no WhatsApp