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Indústrias

Sistema de gestão para indústria de saneantes

A fórmula é pesada em quilo, o pedido vem em litro e o rótulo precisa levar o número da Anvisa, o lote e a validade. Falta rótulo e 3.000 frascos ficam parados na esteira.

Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.

Operadora conferindo frascos de desinfetante na linha de envase de uma fábrica de saneantes
rastreado até o cliente que recebeu
Lote em cada frascorastreado até o cliente que recebeu
conversão entre fórmula e envase
kg para litroconversão entre fórmula e envase
por telefone, chat e e-mail
Suporte humanopor telefone, chat e e-mail
integrações disponíveis
+250integrações disponíveis

O que é um sistema de gestão para indústria de saneantes?

É um sistema para indústria de saneantes que amarra o que a vigilância sanitária e o comprador cobram de você: o número de notificação ou registro concedido pela Anvisa a cada produto, o lote com data de fabricação e validade que precisa sair no rótulo e na nota, e a conversão entre o quilo em que a fórmula é pesada e o litro em que o desinfetante é vendido. Frasco, tampa, gatilho e rótulo entram como itens de estoque com saldo próprio.

O que trava a operação

Os gargalos que aparecem em indústria de saneantes

  • Produto na rua e o número em lugar nenhum

    O comprador do hospital pede o número da notificação, a validade e o nome do responsável técnico antes de fechar. Alguém vai procurar num e-mail de dois anos atrás enquanto o pedido espera.

  • Fórmula em quilo, pedido em litro

    A bombona de insumo chega em quilo, o tanque trabalha em quilo e o cliente pediu 2.000 litros de desinfetante floral. Sem a conversão amarrada no cadastro, o saldo do granel vive uma vida e o do envase vive outra.

  • Rótulo que para a linha

    A linha está montada, o granel pronto, e falta o rótulo do multiuso de 2 litros. Custa centavos, trava 3.000 unidades, e o rótulo da versão antiga que sobrou no armário não serve mais.

  • Lote velho vendido por acaso

    A água sanitária perde cloro ativo com o tempo, com o calor e com a luz. Quando a expedição pega a caixa que está mais à mão, o cliente reclama de produto fraco e você devolve dinheiro por um lote que estava dentro da validade.

Antes e depois

O que muda na rotina com o Beevix

Comparação entre a operação sem sistema e com o Beevix em indústria de saneantes
Na operaçãoSem sistemaCom o Beevix
RegularizaçãoNúmero da notificação guardado num e-mail do consultorNúmero, validade e responsável técnico no cadastro do produto
FormulaçãoReceita do concentrado num caderno do encarregado do tanqueFórmula com o peso de cada insumo, reservado por lote na ordem
EnvaseFrascos contados na saída, sem ligação com o granel que os encheuUma produção dividida em 500 ml, 2 L, 5 L e bombona, com o mesmo lote
UnidadeQuilo virando litro na calculadora, cada um com uma conta diferenteConversão no cadastro: fórmula em quilo, pedido e nota em litro
EmbalagemFrasco, tampa, gatilho e rótulo contados quando a linha já parouCada componente com saldo, mínimo e reserva pela ordem de envase
ExpediçãoSai a caixa que está mais perto da porta da docaSeparação pelo lote que vence primeiro, com o lote gravado na NF-e

Como funciona na prática

O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento

  1. 1

    Cadastro do produto

    Fórmula, apresentações, prazo de validade, responsável técnico e o número de notificação ou registro que precisa aparecer no rótulo.

  2. 2

    Compra de insumo e de embalagem

    Insumo químico entra em quilo, por lote e fornecedor. Frasco, tampa, gatilho, rótulo e caixa entram como itens com saldo e estoque mínimo.

  3. 3

    Produção do granel

    A ordem reserva os insumos pelos lotes, registra o peso realmente usado e gera o lote do granel, com data de fabricação e validade.

  4. 4

    Envase por apresentação

    O granel é convertido em litro e distribuído entre borrifador de 500 ml, frasco de 2 L, galão de 5 L e bombona, todos com o mesmo lote e a embalagem baixada.

  5. 5

    Expedição e nota

    Separação pela validade mais curta, NF-e com lote e NCM no item, e o histórico do lote pronto para quando o comprador institucional pedir.

Recursos

O que o Beevix entrega para indústria de saneantes

  • Fórmula e apresentações

    Insumo em quilo, rendimento do granel e as embalagens em que o mesmo produto é vendido.

  • Lote e validade em tudo

    Insumo, granel e produto envasado com lote e prazo, na etiqueta e no item da nota fiscal.

  • Número da Anvisa no cadastro

    Notificação ou registro, validade e responsável técnico junto do NCM usado na tributação.

  • Embalagem como item de estoque

    Frasco, tampa, gatilho, rótulo e caixa com saldo, mínimo e reserva pela ordem de envase.

  • Quilo no tanque, litro na nota

    Conversão de unidade entre a formulação e a venda, para o granel e o acabado fecharem entre si.

  • Rastro do lote nas duas direções

    Do frasco devolvido aos lotes de insumo que entraram nele, e de um lote aos clientes que o receberam.

Painel do Beevix para indústria de saneantes

Tudo em um painel só: indústria de saneantes do primeiro contato ao faturamento.

Integrações

Conectado ao que a sua operação já usa

  • C

    Certificado Digital A1

    Exigido para a NF-e de venda a distribuidor, revenda e órgão público.

  • E

    Etiquetas com código de barras

    Lote, validade e apresentação impressos na saída do envase.

  • P

    Pix, boleto e link

    Receba da distribuidora com baixa automática no contas a receber.

  • C

    Conta digital PJ

    Pagamento de insumo químico e de frete no mesmo financeiro.

  • B

    Beevix Loja Virtual

    Pedido de revenda pelo catálogo, sem passar pelo WhatsApp do vendedor.

Ver as +250 integrações disponíveis

Fiscal e regulatório

As particularidades do setor

O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em indústria de saneantes.

  • Notificação ou registro na Anvisa antes de vender

    Saneante segue por categoria de risco: os de risco 1, como detergente e multiuso, são comunicados por notificação; os de risco 2, com ação desinfetante mais forte, exigem registro e comprovação de eficácia. Fabricar depende também de autorização de funcionamento, e o número do produto vai no rótulo com lote, validade e responsável técnico.

  • NF-e com lote, NCM e unidade coerente

    A fórmula foi pesada em quilo, mas o item sai em litro ou em unidade de embalagem — e a nota precisa declarar a unidade que foi realmente vendida. O lote informado no item é o que liga o documento fiscal ao rastro da produção.

  • ICMS-ST e MVA em produto de limpeza

    Vários estados colocam itens de limpeza no regime de substituição tributária, com MVA prevista na legislação estadual e CEST por item. A mesma água sanitária pode ter cálculo diferente para um cliente de outro estado — confirme NCM e CEST com a contabilidade.

Implantação

Rodando na primeira semana

Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.

  1. 1

    Dia 1 — Produtos e regularização

    Cadastre os produtos com número de notificação ou registro, validade e apresentações.

  2. 2

    Dia 2 — Insumo e embalagem

    Registre insumo químico em quilo com lote, frasco, tampa, gatilho, rótulo e caixa.

  3. 3

    Dia 3 — Primeira produção

    Rode uma ordem real do granel ao envase em dois tamanhos, gerando lote e validade.

  4. 4

    Semana 2 — Fiscal e expedição

    Configure certificado, NCM, CEST, ICMS-ST e a separação pelo lote que vence primeiro.

Glossário

Os termos de indústria de saneantes, explicados

Saneante
Produto usado para limpar, desinfetar ou desinfestar ambientes e objetos, como detergente, desinfetante e água sanitária. Por ser regulado pela vigilância sanitária, não pode ser vendido sem regularização prévia.
Risco 1 e risco 2
Classificação que define o caminho de regularização do saneante. O de risco 1 é comunicado por notificação; o de risco 2, com ação antimicrobiana mais forte, exige registro e comprovação de eficácia.
Cloro ativo
Medida da força de um produto à base de hipoclorito. Cai com o tempo, o calor e a luz, o que faz a validade do lote ser um dado de operação e não uma formalidade de rótulo.
Granel
Produto pronto ainda no tanque, antes de ser envasado. É nele que o lote nasce, e é dele que saem todas as apresentações que vão para o cliente.
Apresentação
Cada tamanho de embalagem em que o mesmo produto é vendido: borrifador de 500 ml, frasco de 2 litros, galão de 5 litros, bombona de 20 litros. Cada uma é um item de estoque, com código de barras e preço próprios.
Responsável técnico
Profissional habilitado que responde pela fabricação do saneante perante a vigilância sanitária. O nome e o registro dele aparecem no rótulo, ao lado do número do produto.

Planos e preços

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  • Beevix Básico

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    Faturamento anual recomendado: Até R$ 81 mil

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    • 1 usuário
    • Emissão de NF-e e NFC-e
    • Controle de estoque e cadastros
    • Contas a pagar e a receber
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    Para empresas que estão crescendo

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    Faturamento anual recomendado: De R$ 360 mil a R$ 1,5 milhão

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    Falar sobre o Scale

    Tudo do Pro, mais

    • 8 usuários
    • Canais de venda ilimitados
    • +80 automações
    • Ordem de produção
    • Dashboards do Meu Negócio
    • Suporte prioritário
  • Beevix Max

    Para operações de maior porte

    Ideal para empresas com alto volume de movimentações, diferentes setores, processos complexos, filiais ou múltiplos CNPJs.

    Operação de maior porte

    Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão

    R$ 399/mês

    Equivalente a R$ 4.788 por ano

    Economize R$ 4.800 por ano

    Falar com um especialista

    Tudo do Scale, mais

    • Usuários ilimitados
    • Multiempresas (múltiplos CNPJs)
    • API e Central de Extensões
    • Implantação guiada
    • Gerente de conta dedicado
    • SLA de atendimento
  • Sem fidelidade nem multa
  • Troque de plano quando quiser
  • Suporte humano incluso
  • Implantação acompanhada

Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.

Dúvidas frequentes

Perguntas de quem trabalha com indústria de saneantes

Como converter kg em litro no envase?

Pela conversão de unidade do cadastro: a fórmula é pesada em quilo, o granel é convertido em litro pela densidade do produto e o envase baixa o volume de cada apresentação. Assim o saldo do tanque e o do produto acabado contam a mesma história, sem a calculadora do encarregado no meio.

O sistema guarda o número da notificação na Anvisa?

Guarda. Ele fica no cadastro do produto, ao lado da validade, do responsável técnico e do NCM. É de lá que o vendedor tira o número quando o comprador de um hospital ou de uma prefeitura pede antes de fechar o pedido.

Controla lote e validade de saneantes?

Controla. Insumo, granel e produto envasado têm lote com data de fabricação e prazo. A separação sai pelo que vence primeiro e o lote vai gravado no item da NF-e, o que permite saber depois quem recebeu cada produção.

A mesma produção vira 500 ml, 2 litros e bombona. Dá para registrar?

Dá. O granel é distribuído entre as apresentações de venda, cada uma com código de barras e preço próprios, todas carregando o lote da mesma produção. A baixa do granel e a entrada dos acabados acontecem na mesma ordem.

A linha para por falta de rótulo. O sistema avisa?

Avisa. Rótulo, frasco, tampa, gatilho e caixa são itens de estoque com saldo mínimo, e a ordem de envase reserva a quantidade que vai consumir. A falta aparece antes de a linha ser montada, não depois.

O Beevix faz o peticionamento na Anvisa e o controle de qualidade?

Não. O peticionamento, a FISPQ e os ensaios do laboratório continuam com quem cuida da regularização e da qualidade — o sistema não emite laudo nem registra titulação de cloro. Ele guarda o número já concedido, o lote, a validade e o que precisa sair na nota e no rótulo.

Atende fábrica que vende granel para quem envasa?

Atende. O granel vendido em quilo ou em litro é um item com lote próprio, faturado em NF-e para o distribuidor que envasa, e convive no mesmo estoque com as apresentações da sua marca.

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