Indústrias
Sistema de gestão para fundições
Entra sucata e lingote, sai peça bruta que ainda vai para a usinagem. No meio do caminho, boa parte do banho virou canal, massalote e refugo — e tudo isso volta para o forno amanhã.
Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.

- metal carregado contra peça aprovada
- Corrida e rendimentometal carregado contra peça aprovada
- refugo de novo como matéria-prima
- Retorno vira cargarefugo de novo como matéria-prima
- por telefone, chat e e-mail
- Suporte humanopor telefone, chat e e-mail
- integrações disponíveis
- +250integrações disponíveis
O que é um sistema de gestão para fundição?
É um sistema para fundição que organiza a produção em torno da corrida: a ordem registra o que foi carregado no forno — sucata, lingote, ferroliga e retorno da própria casa — e o que saiu como peça aprovada, revelando o rendimento daquele banho. Ele devolve ao estoque o canal, o massalote e a peça refugada, que voltam a valer como carga, guarda o modelo e a caixa de moldagem que são do cliente e emite NF-e de venda ou de industrialização.
O que trava a operação
Os gargalos que aparecem em fundição
Rendimento do banho que ninguém mede
Entram 500 kg de carga no forno e saem 300 kg de peça aprovada. A diferença entre o metal que virou peça e o que virou canal, massalote e refugo é o maior custo da fundição, e quase nunca está escrita em algum lugar.
Refugo e retorno fora do controle
A peça com rechupe volta para o forno e vale quase o preço do lingote. Quando ninguém pesa nem dá entrada nesse retorno, você compra sucata que já estava no seu pátio.
Modelo do cliente perdido no galpão
A placa-modelo é dele e está guardada há três anos numa prateleira do fundo. Ele liga repetindo o pedido e meia hora se vai até alguém achar o ferramental.
Peça bruta cobrada como se estivesse pronta
A peça sai bruta e ainda vai para a usinagem, sua ou de terceiro. Fechar preço só pelo quilo bruto faz a peça de geometria difícil ser paga pela peça fácil, e ninguém percebe.
Antes e depois
O que muda na rotina com o Beevix
| Na operação | Sem sistema | Com o Beevix |
|---|---|---|
| Carga do forno | Sucata e lingote empurrados para a carga conforme o que está mais perto | Carga lançada por corrida, com sucata, lingote, ferroliga e retorno pesados |
| Rendimento | Ninguém sabe quanto do banho chegou a virar peça boa | Metal carregado contra peça aprovada, corrida por corrida |
| Refugo | Peça com rechupe empilhada no canto até alguém jogar no forno | Refugo pesado e devolvido ao estoque como carga do próximo banho |
| Ferramental | Placa-modelo do cliente numa prateleira que só o encarregado conhece | Modelo cadastrado com dono, lugar e os pedidos em que foi usado |
| Custo da peça | Preço do quilo fundido igual para a peça de 2 kg e para a de 80 kg | Carga metálica, areia, macho e acabamento somados na ficha do item |
| Prazo | Cliente liga perguntando se a peça já saiu do jateamento | Ordem por etapa, com quantidade aprovada, refugada e ainda pendente |
Como funciona na prática
O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento
- 1
Ficha da peça e do modelo
Cada item recebe liga, peso bruto e líquido, sobremetal, macho e o ferramental que o produz, com o proprietário do modelo registrado.
- 2
Programação da corrida
Pedidos da mesma liga entram na mesma carga. A ordem calcula quanto metal vazar, contando canal e massalote, e reserva a carga no estoque.
- 3
Fusão e vazamento
A carga é apontada item por item — sucata, lingote, ferroliga e retorno — e a corrida recebe identificação própria, junto da liga vazada.
- 4
Desmoldagem e acabamento
Rebarbação e jateamento apontados na ordem. A peça refugada é pesada e devolvida ao estoque de carga, em vez de sumir no canto do galpão.
- 5
Usinagem e faturamento
A peça bruta sai para usinagem própria ou por remessa a terceiro, e a nota sai como NF-e de venda ou como industrialização quando o material é do cliente.
Recursos
O que o Beevix entrega para fundição
Ficha da peça fundida
Liga, peso bruto e líquido, sobremetal, macho e ferramental no cadastro do item, com o custo somando cada etapa.
Ordem de produção por corrida
Carga apontada, peça aprovada e refugo registrados na mesma ordem, com o rendimento à vista no fechamento.
Retorno como matéria-prima
Canal, massalote e peça refugada pesados e devolvidos ao saldo, para a próxima carga usar o que já é seu.
Modelo e caixa de moldagem
Ferramental de cada cliente identificado por dono e localização, com o histórico de pedidos que passaram por ele.
Quilo na compra, peça na venda
Sucata, lingote e areia em quilo; peça bruta em unidade. A conversão fica no cadastro, sem planilha de apoio.
Custo e rendimento por item
Carga metálica, areia, macho e acabamento contra o quilo faturado, ordem por ordem.
Tudo em um painel só: fundição do primeiro contato ao faturamento.
Integrações
Conectado ao que a sua operação já usa
- C
Certificado Digital A1
Exigido para a NF-e de venda e para as notas de remessa e retorno de industrialização.
- W
WhatsApp
Confirme o pedido e avise o cliente quando o lote sair do jateamento.
- P
Pix, boleto e link
Receba do cliente industrial sem conferir extrato para dar baixa.
- C
Conta digital PJ
Pagamento de sucata e de lingote conciliado no mesmo financeiro.
- I
Importação por planilha
Traga a lista de itens de um cliente antigo sem cadastrar peça por peça.
Fiscal e regulatório
As particularidades do setor
O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em fundição.
Peça feita com material do cliente
Quando o cliente manda a sucata ou o próprio ferramental, o que você fatura é o beneficiamento, e não mercadoria. A entrada vem por remessa dele e o retorno sai com CFOP de industrialização, com o material mantido em saldo separado do seu.
Ferramental que fica anos na fundição
O modelo é ativo do cliente e não circula: entra uma vez e permanece na fábrica enquanto o pedido se repetir. Mesmo parado, precisa de documento de remessa e de saldo em poder de terceiro — é esse registro que sustenta a devolução no dia em que ele trocar de fornecedor.
NCM da peça e compra de sucata
A classificação da peça acabada não é a da sucata que entrou, e a compra de sucata de fornecedor não contribuinte exige documento de entrada emitido por você. Em vários estados a operação com sucata tem tratamento próprio de ICMS — confirme a regra do seu estado com a contabilidade.
Implantação
Rodando na primeira semana
Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.
- 1
Dia 1 — Carga e ligas
Cadastre sucata, lingote, ferroliga, areia e resina com a unidade de compra em quilo.
- 2
Dia 2 — Fichas e ferramental
Monte a ficha das peças que mais repetem e registre o modelo de cada cliente, com dono e lugar.
- 3
Dia 3 — Primeira corrida
Rode uma ordem real apontando a carga, a peça aprovada e o refugo devolvido ao estoque.
- 4
Semana 2 — Fiscal e terceiros
Configure certificado, CFOPs de industrialização e a remessa de usinagem em terceiro.
Glossário
Os termos de fundição, explicados
- Corrida
- Quantidade de metal fundida de uma vez no mesmo forno, sob a mesma liga. É a unidade de produção da fundição, do mesmo jeito que a carga é a unidade de um forno de cerâmica.
- Rendimento metálico
- Relação entre o metal carregado no forno e o peso das peças aprovadas. Uma fundição pode vazar uma tonelada e faturar bem menos que isso em peça boa.
- Retorno de fundição
- Metal gerado dentro da própria fábrica: canal de alimentação, massalote e peça refugada. Volta para o forno como carga e substitui sucata comprada, desde que alguém pese e registre.
- Macho
- Núcleo de areia colocado no molde para formar o vazio interno da peça. Tem custo próprio de mistura e montagem, que costuma ficar de fora da conta do quilo fundido.
- Sobremetal
- Material a mais deixado na peça bruta para que a usinagem posterior possa acertar a medida final. É metal que você fundiu, pesou e cobrou, mas vai virar cavaco no cliente.
- Remessa de ferramental
- Documento que acompanha o modelo enviado pelo cliente para a fundição produzir as peças dele. A ferramenta continua sendo do cliente durante todo o tempo em que fica no seu galpão.
Planos e preços
Um ERP que acompanha o crescimento da sua empresa
Escolha o plano mais adequado ao tamanho da sua operação. No plano anual, você economiza até 50%.
Beevix Básico
Para começar com organização e controle
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Economize R$ 360 por ano
Inclui
- 1 usuário
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- 1 canal de venda integrado
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- Mais escolhido
Beevix Pro
Para centralizar toda a gestão da empresa
Ideal para microempresas que precisam controlar vendas, estoque, financeiro, clientes e processos em uma única plataforma.
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Faturamento anual recomendado: De R$ 81 mil a R$ 360 mil
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Beevix Max
Para operações de maior porte
Ideal para empresas com alto volume de movimentações, diferentes setores, processos complexos, filiais ou múltiplos CNPJs.
Operação de maior porte
Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão
Falar com um especialistaR$ 399/mês
Equivalente a R$ 4.788 por ano
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- Sem fidelidade nem multa
- Troque de plano quando quiser
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- Implantação acompanhada
Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.
Dúvidas frequentes
Perguntas de quem trabalha com fundição
Como calcular o custo de peça fundida?
Pelo que ela consome de verdade: carga metálica pelo peso vazado, e não pelo peso da peça, mais areia, macho, rebarbação, jateamento e o refugo daquela corrida. No Beevix a ficha do item guarda esse consumo e a ordem de produção mostra o custo real quando a corrida fecha.
O sistema controla o refugo que volta para o forno?
Controla. Canal, massalote e peça refugada são pesados e dão entrada como retorno, com saldo próprio em quilo. Na carga seguinte esse material entra como matéria-prima, o que reduz a compra de sucata e mostra o custo verdadeiro da peça.
Dá para saber o rendimento de cada corrida?
Dá. A ordem registra tudo que foi carregado no forno e tudo que saiu aprovado depois do acabamento. A diferença entre os dois é o rendimento daquele banho, comparável entre corridas e entre itens.
O Beevix aponta a produção por máquina no chão de fábrica?
Não. Ele não é um sistema de chão de fábrica: não lê forno, balança de processo ou CLP, e não guarda resultado de espectrômetro nem de ensaio de dureza — o laudo continua no controle do laboratório. O apontamento é feito na ordem de produção, por etapa e por quantidade.
Como fica o modelo que é do cliente?
Fica cadastrado como ferramental em poder da sua fábrica, com proprietário, localização e as peças que produz. A entrada vem por nota de remessa do cliente, e o histórico mostra quais pedidos usaram aquele modelo ao longo dos anos.
Emite nota de industrialização quando o material é do cliente?
Emite. A remessa e o retorno saem com CFOP de industrialização, separados da NF-e de venda de peça própria, e o material do cliente fica com saldo apartado do seu estoque.
A peça vai para usinagem em terceiro. O sistema acompanha?
Acompanha. A saída registra quantidade, peso e prazo do fornecedor, e o retorno confere o que voltou usinado e o que foi refugado fora da sua fábrica, sem telefonema para descobrir onde o lote está.
Organize a sua operação de fundição
Sem fidelidade. Fale com quem conhece a operação do seu setor.
Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.


