Indústrias
Sistema de gestão para torrefação de café
Cem quilos de cru não viram cem quilos de torrado. A água evapora, o grão perde peso, e é o quilo que sai do torrador — não o que entrou — que precisa pagar a saca, a embalagem e a margem.
Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.

- peso que entrou contra o que saiu
- Quebra por torrapeso que entrou contra o que saiu
- no lote de cada saca recebida
- Safra e origemno lote de cada saca recebida
- por telefone, chat e e-mail
- Suporte humanopor telefone, chat e e-mail
- integrações disponíveis
- +250integrações disponíveis
O que é um sistema de gestão para torrefação de café?
É o software que uma torrefação de café usa para custear uma produção que perde peso: o cru entra em saca de 60 kg e sai do torrador com cerca de 15% a menos, porque a água evapora. Ele guarda origem e safra de cada saca, trata o blend como receita com percentual de cada café, aponta a quebra de cada torra, divide o lote entre grão e moído em embalagens de 250 g, 500 g e 1 kg e conta a validade a partir da data da torra.
O que trava a operação
Os gargalos que aparecem em torrefação de café
Cem quilos de cru virando oitenta e poucos de torrado
A ficha de custo usa o preço da saca de cru como se nada se perdesse no caminho. Torra mais escura perde mais, e o quilo embalado sai mais caro do que a planilha diz.
Blend que muda de sabor quando a saca acaba
O conilon de um fornecedor substitui o de outro sem que ninguém registre. O cliente do bar sente a diferença na semana seguinte e reclama do café que sempre comprou.
Grão e moído tratados como o mesmo item
Meio quilo em grão, meio quilo moído para coador e meio quilo moído para espresso ocupam a mesma linha do estoque. Na hora de atender o pedido, falta justamente a moagem que o cliente pediu.
Validade contada a partir do nada
A data impressa na embalagem sai do calendário e não da torra. Pacote torrado há cinco meses vai para a prateleira do mercado com o mesmo prazo do que saiu ontem da esteira.
Antes e depois
O que muda na rotina com o Beevix
| Na operação | Sem sistema | Com o Beevix |
|---|---|---|
| Entrada do cru | Sacas empilhadas no galpão, sem separar fornecedor nem talhão | Lote por origem, safra, bebida e peneira, com saldo em quilo |
| Torra | Peso de saída anotado em folha presa ao lado do torrador | Ordem de torra com peso de entrada, peso de saída e quebra do lote |
| Blend | Proporção que o mestre de torra faz de cabeça | Receita com percentual de cada café e custo recalculado por saca |
| Moagem e embalagem | Tudo anotado como "café", sem distinguir moagem nem tamanho | Um lote torrado dividido em grão, moído e pacotes de vários pesos |
| Validade | Data batida na embaladeira sem ligação com o dia da torra | Prazo contado da torra, com saída do lote mais antigo primeiro |
| Custo | Preço da saca dividido pelo número de pacotes que deu | Quilo torrado, embalagem e quebra somados no custo do pacote |
Como funciona na prática
O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento
- 1
Compra do cru
Cada entrada registra fornecedor, origem, safra, classificação de bebida e peneira, com saldo controlado em quilo, e não pela pilha de sacas no galpão.
- 2
Receita do blend
O produto vendido é uma composição: percentual de arábica e de conilon, com a lista de cafés que podem substituir cada um e o custo atualizado.
- 3
Ordem de torra
A batida informa quanto cru entrou e quanto torrado saiu. A quebra é calculada no lote e comparada com a esperada para aquele ponto de torra.
- 4
Moagem e embalagem
O lote torrado vira grão, moído para coador ou moído para espresso, e é embalado em 250 g, 500 g, 1 kg ou sachê, cada formato com seu código.
- 5
Expedição e nota
A separação sai pelo lote de torra mais antigo, a NF-e leva o lote no item e a rastreabilidade até a saca de origem fica pronta.
Recursos
O que o Beevix entrega para torrefação de café
Quebra da torra medida em cada lote
Peso do cru contra o peso torrado, com o custo do quilo acabado recalculado a cada batida.
Blend como receita
Percentual de cada café na composição, com o custo mudando junto com o preço da saca.
Lote por safra e origem
Saca identificada por fornecedor, safra e classificação, e o rastro seguindo até o pacote.
Moagem e tamanho como itens próprios
Grão, coador e espresso em 250 g, 500 g e 1 kg com saldo separado, vindos do mesmo lote de torra.
Validade contada da torra
Prazo que começa no dia em que o lote saiu do torrador, com aviso antes de o pacote vencer.
Ordem de torra por batida
Perfil de torra, equipamento e quantidade apontados, mostrando o que cada batida entregou.
Tudo em um painel só: torrefação de café do primeiro contato ao faturamento.
Integrações
Conectado ao que a sua operação já usa
- C
Certificado Digital A1
Exigido para a NF-e de venda ao distribuidor, ao mercado e ao cliente de food service.
- E
Etiquetas com código de barras
Rótulo com lote, data de torra e validade impresso na saída da embaladeira.
- M
Mercado Livre e Shopee
Venda direta do café especial usando o mesmo estoque de acabado por moagem.
- P
Pix, boleto e link
Receba de padaria, bar e distribuidor com baixa automática no contas a receber.
- W
WhatsApp
Confirme o pedido do bar e avise quando a torra da semana estiver embalada.
Fiscal e regulatório
As particularidades do setor
O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em torrefação de café.
Café torrado e moído entra em substituição tributária
Em boa parte dos estados, café torrado e moído em embalagem de varejo está na lista de produtos com ICMS-ST, com MVA definida na legislação estadual. O cálculo muda conforme o estado de destino e conforme o porte do comprador.
Aquisição de café cru com regra própria
A compra de café em coco ou beneficiado de produtor rural e de cooperativa costuma envolver diferimento ou crédito presumido de ICMS, conforme o estado. Sem o enquadramento correto, a entrada distorce todo o custo do quilo torrado.
NCM e rótulo do café embalado
Café cru, torrado em grão, torrado e moído e solúvel têm NCM distintos, e a embalagem precisa trazer lote, data de torra ou de fabricação e prazo de validade. A classificação errada aparece na rejeição da nota.
Implantação
Rodando na primeira semana
Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.
- 1
Dia 1 — Cru e embalagens
Cadastre os cafés crus por origem e safra, as embalagens por tamanho e as moagens que você vende.
- 2
Dia 2 — Blends e quebra
Monte as receitas dos produtos principais e registre a quebra esperada de cada ponto de torra.
- 3
Dia 3 — Primeira torra
Rode uma ordem real apontando peso de entrada e de saída, e embale em dois formatos.
- 4
Semana 2 — Fiscal e vendas
Configure certificado, NCM, ICMS-ST e as tabelas de preço de food service e varejo.
Glossário
Os termos de torrefação de café, explicados
- Quebra de torra
- Percentual de peso que o café perde durante a torra, principalmente em água. Fica em torno de 15% e aumenta conforme a torra vai ficando mais escura.
- Saca de 60 kg
- Unidade padrão de comercialização do café no Brasil. É nela que o preço é cotado e o volume negociado, mesmo quando a fábrica controla o estoque em quilos.
- Blend
- Mistura de cafés de origens ou espécies diferentes para chegar a um sabor constante e a um custo viável. Funciona como receita: mudando um componente, muda o produto.
- Bebida
- Classificação sensorial do café cru, que vai de estritamente mole a rio. Define preço e destino do lote, e dois cafés da mesma fazenda podem ter bebidas diferentes.
- Peneira
- Medida do tamanho do grão, obtida pelo crivo que ele atravessa. Grão de peneira maior costuma valer mais e torra de forma mais uniforme.
- MVA
- Margem de valor agregado usada para calcular o ICMS retido por substituição tributária. É um percentual fixado por estado, aplicado sobre o valor da operação para estimar o preço final de venda.
Planos e preços
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Beevix Max
Para operações de maior porte
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Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão
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Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.
Dúvidas frequentes
Perguntas de quem trabalha com torrefação de café
Como calcular a quebra da torra do café?
A quebra é a diferença percentual entre o peso de café cru que entrou no torrador e o peso torrado que saiu dele. No Beevix, a ordem de torra recebe os dois pesos e calcula a quebra do lote, comparando com o percentual esperado para aquele perfil de torra.
O sistema ajusta o custo do café depois da torra?
Ajusta. O custo do lote torrado é o custo do cru consumido dividido pelo peso que efetivamente saiu, mais embalagem e processo. Por isso o quilo acabado fica acima do preço da saca, como acontece de fato.
Dá para controlar o blend com percentual de cada café?
Dá. Cada produto tem uma receita com os cafés que o compõem e a participação de cada um, e o custo é recalculado quando o preço de uma das sacas muda.
Consigo rastrear um pacote até a saca de origem?
Consegue. O lote do pacote aponta para a ordem de torra, que aponta para os lotes de cru consumidos, com fornecedor, safra e origem. O caminho também funciona no sentido inverso.
Como fica o estoque de grão e de moído?
São itens diferentes. Moagem e tamanho de embalagem formam códigos próprios, com saldo separado, todos vinculados ao lote de torra que os originou.
A validade é contada a partir da torra?
Sim. O lote nasce na ordem de torra com a data daquele dia, e a validade é calculada a partir dela, o que permite separar primeiro o café mais antigo.
Atende torrefação que vende para bar e também no e-commerce?
Atende. A venda para bar, padaria e distribuidor sai em NF-e com tabela por cliente, e o e-commerce e os marketplaces usam o mesmo estoque de acabado por moagem e tamanho.
Outros segmentos atendidos
Ver todos os segmentosOrganize a sua operação de torrefação de café
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