Indústrias
Sistema de gestão para olarias e cerâmicas
Você vende em milheiro, produz em carga de forno e perde peça em três lugares: na trinca da secagem, na desenforna e no caminhão que chacoalhou até a obra.
Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.

- venda e faturamento na unidade do setor
- Milheirovenda e faturamento na unidade do setor
- a queima inteira como uma ordem
- Carga de fornoa queima inteira como uma ordem
- por telefone, chat e e-mail
- Suporte humanopor telefone, chat e e-mail
- integrações disponíveis
- +250integrações disponíveis
O que é um sistema de gestão para olaria?
É um sistema para olaria que trabalha na unidade do setor: o tijolo é vendido, faturado e cobrado em milheiro, enquanto o pátio conta peça, e a conversão entre os dois fica no cadastro. A produção é registrada por carga de forno, porque a queima leva dias e libera um lote inteiro de uma vez. Trinca, peça de segunda e quebra no transporte são lançadas, e o custo do barro retirado da jazida chega até o milheiro entregue na obra.
O que trava a operação
Os gargalos que aparecem em olaria
Estoque contado em peça, venda fechada em milheiro
O pedido é de 15 milheiros de baiano, o pátio tem pilhas que ninguém conta desde a última desenforna e a conversão sai na calculadora do escritório. Aí o caminhão carrega e falta um milheiro.
Quebra que todo cliente acaba pagando
Trinca na secagem, peça que racha ao sair do forno, carga que chega na obra com 200 tijolos partidos. Perda que não é lançada se dilui no preço do milheiro, e quem compra pouco paga pelo caminhão que chacoalhou.
Carga de forno que nunca fecha
Enfornaram 40 milheiros. Quanto saiu de primeira, quanto virou segunda e quanto foi para a pilha do refugo ninguém anotou. A queima seguinte começa sem saber se a anterior deu lucro.
Barro sem custo
A retroescavadeira tira barro do barreiro há anos. Diesel, hora de máquina e o custo da jazida nunca entraram na conta, e o preço do milheiro acaba copiado da olaria vizinha.
Antes e depois
O que muda na rotina com o Beevix
| Na operação | Sem sistema | Com o Beevix |
|---|---|---|
| Unidade de venda | Milheiro no pedido, peça na contagem, conversão feita no papel do balcão | Milheiro e peça amarrados no cadastro, com um único saldo |
| Produção | Queima anotada num caderno pendurado na parede do forno | Ordem por carga, com data de enforna, desenforna e insumo consumido |
| Perda | Trinca e quebra absorvidas, descobertas quando o pátio não fecha | Refugo lançado com a etapa: secagem, desenforna ou transporte |
| Segunda linha | Tijolo torto vendido por fora, sem preço definido e sem nota | Peça de segunda como item próprio, com saldo, preço e NF-e |
| Custo | Preço do milheiro copiado do vizinho e reajustado no feeling | Barro, lenha, secagem e perda somados no custo do milheiro |
| Entrega | Motorista sai com um papel escrito à mão e o endereço por telefone | Romaneio por caminhão, com formato, milheiros e conferência na obra |
Como funciona na prática
O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento
- 1
Barro e preparo
A argila retirada do barreiro entra como matéria-prima com custo de extração e transporte até o pátio, já na unidade em que você mede.
- 2
Extrusão e secagem
A maromba entrega peça crua. A ordem registra quanto entrou no galpão de secagem e quantos dias ficou ali antes de ir para o forno.
- 3
Enforna
A carga do forno é a ordem de produção: formato, quantidade enfornada, lenha ou cavaco consumido e a data em que o fogo começou.
- 4
Desenforna e classificação
Na saída, o que é primeira entra no estoque, o que é segunda vira item próprio e o que quebrou é lançado como perda, com a etapa.
- 5
Venda e entrega
Pedido em milheiro, romaneio por caminhão, NF-e emitida e a quebra registrada quando o cliente recusa parte da carga na obra.
Recursos
O que o Beevix entrega para olaria
Milheiro e peça na mesma ficha
Produção contada em peça, venda e nota em milheiro, com a conversão de unidade no cadastro e um saldo só.
Ordem por carga de forno
Cada queima é uma ordem, com formato, quantidade enfornada, insumo consumido e data de desenforna.
Primeira, segunda e refugo
Classificação lançada na desenforna, com item, preço e saldo próprios para o tijolo de segunda.
Secagem e fila do forno
Dias de secagem e as próximas cargas à vista, para o balcão prometer um prazo que existe.
Romaneio por caminhão
Formato, milheiros e endereço conferidos na saída, com a carga recusada na obra lançada no retorno.
Custo do milheiro
Barro, lenha, palete e perda somados contra o preço por milheiro praticado com construtora e revenda.
Tudo em um painel só: olaria do primeiro contato ao faturamento.
Integrações
Conectado ao que a sua operação já usa
- C
Certificado Digital A1
Exigido para a NF-e da venda em milheiro e para a NFC-e de quem compra no pátio.
- W
WhatsApp
Confirme o pedido do pedreiro e avise quando o caminhão sai para a obra.
- P
Pix, boleto e link
Receba de construtora e de revenda com baixa automática no contas a receber.
- M
Maquininha POS
Cartão de quem carrega no pátio conciliado com o caixa do dia.
- C
Conta digital PJ
Pagamento de lenha, diesel e frete no mesmo financeiro.
Fiscal e regulatório
As particularidades do setor
O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em olaria.
NF-e em milheiro, sem peça solta na nota
A venda é fechada em milheiro e a nota precisa sair coerente com isso: unidade comercial e quantidade têm que dizer 12 milheiros, e não 12 unidades nem 12.000 peças. Com milheiro e peça amarrados no cadastro, a nota e o estoque contam a mesma história.
Frete próprio e frete de transportadora
Quando a entrega é feita no seu caminhão, o transporte vai declarado na NF-e com placa e responsabilidade do frete. Quando um terceiro carrega, o CT-e é dele e a sua nota precisa indicar isso corretamente.
Argila de jazida própria
O barro é bem mineral: a extração depende de título do órgão federal de mineração e de licenciamento ambiental estadual. O Beevix não cuida dessa regularização, mas registra o barro como matéria-prima com custo, o que é o que faz o milheiro ter preço de verdade.
Implantação
Rodando na primeira semana
Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.
- 1
Dia 1 — Produtos e unidades
Cadastre bloco de 6 e 8 furos, tijolo maciço e telha com milheiro e peça amarrados.
- 2
Dia 2 — Insumos
Registre barro, lenha ou cavaco, palete e cinta, com a unidade em que você compra.
- 3
Dia 3 — Primeira carga
Rode uma queima real, da enforna à classificação, lançando a perda de trinca.
- 4
Semana 2 — Fiscal e entrega
Configure certificado, NF-e em milheiro, romaneio de caminhão e contas a receber.
Glossário
Os termos de olaria, explicados
- Milheiro
- Conjunto de mil peças, unidade em que tijolo e telha são vendidos e cobrados. Preço, frete e nota andam em milheiro, mesmo quando a contagem do pátio é feita peça por peça.
- Cerâmica vermelha
- Setor que produz tijolo, bloco e telha a partir de argila queimada. É diferente da cerâmica de revestimento, como piso e azulejo, que usa outra matéria-prima e outro processo.
- Enforna e desenforna
- Carregar o forno com peça seca e retirá-la depois da queima. Entre uma coisa e outra passam dias, e a produção só existe no estoque quando a desenforna termina.
- Queima
- Etapa em que o calor transforma a peça crua em cerâmica. O forno queima um lote inteiro de uma vez, então a menor unidade de produção é a carga, e não a peça.
- Peça de segunda
- Tijolo ou telha com trinca leve, empenamento ou cor irregular, que ainda serve para obra menos exigente. Vendida mais barato, precisa de item e preço próprios para não sair pelo valor da primeira.
- Jazida (barreiro)
- Área de onde a argila é retirada. O custo de extrair o barro e levá-lo até o pátio entra em cada milheiro produzido, mesmo quando a terra é da própria família.
Planos e preços
Um ERP que acompanha o crescimento da sua empresa
Escolha o plano mais adequado ao tamanho da sua operação. No plano anual, você economiza até 50%.
Beevix Básico
Para começar com organização e controle
Ideal para MEIs que precisam organizar o financeiro, emitir notas e acompanhar a operação em um só lugar.
Microempreendedor Individual — MEI
Faturamento anual recomendado: Até R$ 81 mil
Falar sobre o BásicoR$ 99/mês
Equivalente a R$ 1.188 por ano
Economize R$ 360 por ano
Inclui
- 1 usuário
- Emissão de NF-e e NFC-e
- Controle de estoque e cadastros
- Contas a pagar e a receber
- 1 canal de venda integrado
- Suporte por e-mail
- Mais escolhido
Beevix Pro
Para centralizar toda a gestão da empresa
Ideal para microempresas que precisam controlar vendas, estoque, financeiro, clientes e processos em uma única plataforma.
Microempresa — ME
Faturamento anual recomendado: De R$ 81 mil a R$ 360 mil
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Equivalente a R$ 1.788 por ano
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Tudo do Básico, mais
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- Frente de caixa (PDV)
- Até 5 canais de venda
- Beevix Envios e etiquetas
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Beevix Scale
Para empresas que estão crescendo
Ideal para operações com maior volume de vendas, mais processos, equipe em expansão e necessidade de controles avançados.
Empresa em expansão
Faturamento anual recomendado: De R$ 360 mil a R$ 1,5 milhão
Falar sobre o ScaleR$ 229/mês
Equivalente a R$ 2.748 por ano
Economize R$ 1.440 por ano
Tudo do Pro, mais
- 8 usuários
- Canais de venda ilimitados
- +80 automações
- Ordem de produção
- Dashboards do Meu Negócio
- Suporte prioritário
Beevix Max
Para operações de maior porte
Ideal para empresas com alto volume de movimentações, diferentes setores, processos complexos, filiais ou múltiplos CNPJs.
Operação de maior porte
Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão
Falar com um especialistaR$ 399/mês
Equivalente a R$ 4.788 por ano
Economize R$ 4.800 por ano
Tudo do Scale, mais
- Usuários ilimitados
- Multiempresas (múltiplos CNPJs)
- API e Central de Extensões
- Implantação guiada
- Gerente de conta dedicado
- SLA de atendimento
- Sem fidelidade nem multa
- Troque de plano quando quiser
- Suporte humano incluso
- Implantação acompanhada
Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.
Dúvidas frequentes
Perguntas de quem trabalha com olaria
Como calcular o custo do milheiro de tijolo?
Somando o que a carga consumiu — barro extraído, lenha ou cavaco da queima, mão de obra, palete e a perda de trinca — e dividindo pelos milheiros que saíram bons da desenforna. No Beevix a ordem de produção guarda o insumo consumido e a quantidade classificada, então o custo sai da queima real.
O sistema vende em milheiro?
Vende. A conversão de unidade amarra peça e milheiro no cadastro do produto, então o pedido, a nota e a cobrança saem em milheiro enquanto o saldo do pátio continua coerente com o que foi contado.
Dá para registrar a queima como um lote só?
Dá. Cada carga de forno é uma ordem de produção com data de enforna e desenforna, formato, insumo consumido e a quantidade classificada na saída. A produção entra no estoque quando a carga é retirada.
Como lanço a quebra e a trinca?
Como perda na ordem de produção ou na entrega, indicando a etapa: trinca na secagem, peça partida na desenforna ou carga danificada no caminhão. A baixa sai do saldo e o custo da perda aparece no fechamento do mês.
O tijolo de segunda entra no sistema?
Entra. Ele vira item próprio, com preço, saldo e nota fiscal, em vez de sair pela porta de trás sem registro. Assim você sabe quanto da queima está sendo vendido abaixo do preço de primeira.
O Beevix controla a temperatura e a curva do forno?
Não. Ele não lê termopar, CLP nem balança de processo, e não substitui o controle do fogo feito pelo queimador. O que ele registra é a carga: o que entrou, quanto tempo ficou, o insumo consumido e o que saiu classificado.
Serve para olaria que vende no pátio e também entrega em obra?
Serve. A venda no pátio sai com NFC-e ou NF-e e recebimento no caixa, a entrega em obra vai com romaneio por caminhão, e o que a construtora compra a prazo fica em contas a receber com vencimento.
Organize a sua operação de olaria
Sem fidelidade. Fale com quem conhece a operação do seu setor.
Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.


