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Beevix
Energia e meio ambiente

Sistema de gestão para empresa de resíduos perigosos

Uma metalúrgica gera borra de tinta, uma oficina gera estopa contaminada e um laboratório gera solvente usado. A empresa coleta em tambores e bombonas, pesa, emite o MTR no sistema do órgão ambiental, leva para tratamento ou coprocessamento e cobra por quilo ou por tambor no fim do mês.

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Trabalhador de macacão azul e máscara carregando tambores lacrados de resíduo perigoso em caminhão em pátio industrial
resíduos, frequência e preço
Contrato por geradorresíduos, frequência e preço
rota, pesagem e MTR registrados
Coleta com OSrota, pesagem e MTR registrados
ou por tambor e bombona
Cobrança por quiloou por tambor e bombona
certificado de destinação por cliente
CDF arquivadocertificado de destinação por cliente

O que é um sistema para gestão de resíduos perigosos?

Sistema para gestão de resíduos perigosos, do lado comercial e financeiro, é o que organiza contratos com geradores, agenda coletas, registra peso e número do MTR em cada OS e fatura o mês. MTR e CDF saem no sistema do órgão ambiental, e o Beevix guarda os números e os arquivos. Licença e responsável técnico são exigências da empresa.

Também procurado como programa para gestão de resíduos perigosos, software para gestão de resíduos perigosos, ERP para gestão de resíduos perigosos. Atualizado em .

O que trava a operação

Os gargalos que aparecem em resíduos perigosos

  • Coleta sem faturamento

    O caminhão buscou seis tambores numa oficina, mas a pesagem ficou no papel do motorista. A cobrança do mês sai menor.

  • Preço por classe confuso

    Solvente, borra e estopa têm destino e custo diferentes. Uma tabela única faz a empresa perder margem no resíduo mais caro.

  • Certificado cobrado pelo cliente

    A metalúrgica precisa do CDF para a auditoria e a empresa não acha o documento daquela carga.

  • Custo de destinação sem controle

    O aterro e o coprocessador cobram por tonelada. Sem lançar esse custo por cliente, ninguém sabe quem dá lucro.

Antes e depois

O que muda na rotina de gestão de resíduos perigosos com o Beevix

Comparação entre a operação sem sistema e com o Beevix em resíduos perigosos
Na operaçãoSem sistemaCom o Beevix
ContratosProposta em PDFPreço por resíduo e unidade
ColetasAgenda do motoristaOS com rota e data
PesagemTicket de balança soltoPeso lançado na OS
MTRNúmero anotado à mãoNúmero e arquivo na coleta
FaturamentoSomado no fim do mêsNFS-e pelas coletas do período
DestinaçãoCusto geralCusto por cliente e por resíduo

Como funciona na prática

O fluxo de gestão de resíduos perigosos, do primeiro contato ao faturamento

  1. 1

    Contrato

    Resíduos do gerador, unidade de cobrança e frequência.

  2. 2

    Agendamento

    Coleta vira OS com rota e veículo.

  3. 3

    Coleta

    Peso ou quantidade de tambores e número do MTR registrados.

  4. 4

    Destinação

    Custo do tratamento lançado e CDF anexado.

  5. 5

    Faturamento

    NFS-e mensal com as coletas do período e cobrança.

Recursos

O que o Beevix entrega para resíduos perigosos

  • Contratos

    Preço por resíduo, quilo ou tambor.

  • Rotas de coleta

    OS agrupadas por região e veículo.

  • MTR e CDF

    Números e arquivos ligados à coleta.

  • Faturamento mensal

    Coletas somadas com NFS-e.

  • Custo de destinação

    Por cliente e por tipo de resíduo.

  • Margem por gerador

    Receita menos coleta e destinação.

Painel do Beevix para resíduos perigosos

Tudo em um painel só: resíduos perigosos do primeiro contato ao faturamento.

Integrações

Integrações do sistema para gestão de resíduos perigosos

  • G

    Google Maps

    Endereço dos geradores na rota.

  • B

    Boleto e Pix

    Cobrança mensal dos geradores.

  • C

    Certificado Digital A1

    Assinatura da NFS-e.

  • I

    Importação de XML

    Notas de destinação e combustível.

  • C

    Contabilidade

    Notas e custos do mês.

Ver as +250 integrações disponíveis

Fiscal e regulatório

Particularidades fiscais de gestão de resíduos perigosos

O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em resíduos perigosos.

  • Cadastro e plano obrigatórios

    Os arts. 38 e 39 da Lei 12.305/2010 obrigam quem opera com resíduos perigosos a se cadastrar no Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos, ter responsável técnico e elaborar plano de gerenciamento. O sistema não substitui essas exigências.

  • Licença antes de operar

    O art. 37 da mesma lei condiciona a instalação e o funcionamento à comprovação de capacidade técnica e econômica perante o órgão licenciador.

  • Coleta e tratamento com ISS

    O item 7.09 da lista da LC 116/2003 cita coleta, remoção, tratamento e destinação final de resíduos quaisquer. A NFS-e mensal costuma seguir esse item; confirme com a prefeitura.

CNAE

CNAE para gestão de resíduos perigosos

Os códigos de atividade (CNAE) que costumam aparecer no CNPJ de quem trabalha com gestão de resíduos perigosos. A escolha final depende do que a empresa faz de fato e é feita com o contador; a lista oficial é a da CONCLA/IBGE.

CNAE mais usados para gestão de resíduos perigosos
CódigoDescrição oficial (IBGE)Quando usarTipoMEI (Anexo XI)
3822-0/00Tratamento e disposição de resíduos perigososCódigo de quem trata e dá destinação final a resíduos classe I.PrincipalFora do Anexo XI
3812-2/00Coleta de resíduos perigososPara a empresa que coleta nos geradores.SecundárioFora do Anexo XI
4930-2/03Transporte rodoviário de produtos perigososAcrescente para o transporte das cargas até o destinador.SecundárioAparece no Anexo XI

Fonte: CNAE 2.3, subclasses, na API de CNAE do IBGE (subclasses); coluna MEI conforme o Anexo XI da Resolução CGSN nº 140/2018, que lista as ocupações permitidas ao MEI. Aparecer no Anexo XI não basta: a ocupação listada pode ser mais restrita que a subclasse, então confira a ocupação exata no anexo. Consultado em 03/10/2026.

CNAE de outros tipos de negócio

Implantação

Implantação em gestão de resíduos perigosos: a primeira semana

Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.

  1. 1

    Dia 1: Resíduos e preços

    Cadastre tipos de resíduo, unidade e preço.

  2. 2

    Dia 2: Geradores

    Lance os contratos ativos com frequência de coleta.

  3. 3

    Dia 3: Rotas

    Monte as primeiras OS de coleta por região.

  4. 4

    Semana 2: Fechamento

    Emita a NFS-e mensal pelas coletas registradas.

Glossário

Os termos de resíduos perigosos, explicados

Classe I
Resíduo perigoso pela classificação da norma ABNT NBR 10004, por inflamabilidade, toxicidade ou outras características.
MTR
Manifesto de Transporte de Resíduos, documento que acompanha a carga do gerador ao destino.
CDF
Certificado de Destinação Final, emitido pelo destinador depois do tratamento.
Coprocessamento
Uso do resíduo como combustível ou matéria-prima em forno de cimento.
Bombona
Recipiente plástico usado para acondicionar resíduos líquidos ou pastosos.

Planos e preços

Um ERP que acompanha o crescimento da sua empresa

Escolha o plano mais adequado ao tamanho da sua operação. No plano anual, você economiza até 50%.

  • Beevix Básico

    Para começar com organização e controle

    Ideal para MEIs que precisam organizar o financeiro, emitir notas e acompanhar a operação em um só lugar.

    Microempreendedor Individual (MEI)

    Faturamento anual recomendado: Até R$ 81 mil

    R$ 99/mês

    Equivalente a R$ 1.188 por ano

    Economize R$ 360 por ano

    Falar sobre o Básico

    Inclui

    • 1 usuário
    • Emissão de NF-e e NFC-e
    • Controle de estoque e cadastros
    • Contas a pagar e a receber
    • 1 canal de venda integrado
    • Suporte por e-mail
  • Mais escolhido

    Beevix Pro

    Para centralizar toda a gestão da empresa

    Ideal para microempresas que precisam controlar vendas, estoque, financeiro, clientes e processos em uma única plataforma.

    Microempresa (ME)

    Faturamento anual recomendado: De R$ 81 mil a R$ 360 mil

    R$ 149/mês

    Equivalente a R$ 1.788 por ano

    Economize R$ 600 por ano

    Falar sobre o Pro

    Tudo do Básico, mais

    • 3 usuários
    • NFS-e e ordem de serviço
    • Frente de caixa (PDV)
    • Até 5 canais de venda
    • Beevix Envios e etiquetas
    • Suporte por telefone e chat
  • Beevix Scale

    Para empresas que estão crescendo

    Ideal para operações com maior volume de vendas, mais processos, equipe em expansão e necessidade de controles avançados.

    Empresa em expansão

    Faturamento anual recomendado: De R$ 360 mil a R$ 1,5 milhão

    R$ 229/mês

    Equivalente a R$ 2.748 por ano

    Economize R$ 1.440 por ano

    Falar sobre o Scale

    Tudo do Pro, mais

    • 8 usuários
    • Canais de venda ilimitados
    • +80 automações
    • Ordem de produção
    • Dashboards do Meu Negócio
    • Suporte prioritário
  • Beevix Max

    Para operações de maior porte

    Ideal para empresas com alto volume de movimentações, diferentes setores, processos complexos, filiais ou múltiplos CNPJs.

    Operação de maior porte

    Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão

    R$ 399/mês

    Equivalente a R$ 4.788 por ano

    Economize R$ 4.800 por ano

    Falar com um especialista

    Tudo do Scale, mais

    • Usuários ilimitados
    • Multiempresas (múltiplos CNPJs)
    • API e Central de Extensões
    • Implantação guiada
    • Gerente de conta dedicado
    • SLA de atendimento
  • Sem fidelidade nem multa
  • Troque de plano quando quiser
  • Suporte humano incluso
  • Implantação acompanhada

Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.

Dúvidas frequentes

Perguntas de quem trabalha com resíduos perigosos

O Beevix emite o MTR da coleta de resíduo perigoso?

Não. O manifesto sai no sistema do órgão ambiental, e o Beevix guarda o número e o arquivo na OS de coleta.

Consigo cobrar resíduo perigoso por quilo e por tambor?

Consegue. Cada resíduo do contrato tem a sua unidade de cobrança.

O certificado de destinação fica ligado ao cliente?

Fica. O CDF é anexado à coleta e pode ser enviado ao gerador.

Dá para saber o lucro de cada gerador?

Dá. Custo de destinação e de coleta são lançados por cliente e comparados ao faturado.

Faz o plano de gerenciamento de resíduos do cliente?

Não. O plano é elaborado pelo responsável técnico. O Beevix organiza a operação e o financeiro.

A NFS-e mensal soma todas as coletas?

Soma as coletas do período e gera a nota e a cobrança.

O sistema controla a licença ambiental da frota?

Pode lembrar vencimentos cadastrados, mas o controle das licenças é da empresa.

Qual o CNAE para gestão de resíduos perigosos?

O CNAE principal mais usado para gestão de resíduos perigosos é 3822-0/00 (Tratamento e disposição de resíduos perigosos). Também aparecem como secundários: 3812-2/00 (Coleta de resíduos perigosos); 4930-2/03 (Transporte rodoviário de produtos perigosos). A escolha final depende das atividades que a empresa exerce de fato e deve ser feita com o contador; a lista oficial de códigos é a da CONCLA/IBGE.

Organize a sua operação de resíduos perigosos

Sem fidelidade. Fale com quem conhece a operação do seu setor.

Atendimento por WhatsApp ou e-mail. Sem compromisso.

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