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Indústrias

Sistema de gestão para frigoríficos

Entra uma meia carcaça, saem trinta itens diferentes. Picanha e acém saem da mesma peça e valem preços que nada têm a ver um com o outro — e o osso, o sebo e a quebra também têm que estar na conta.

Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.

Açougueiro desossando um quarto traseiro bovino na sala de corte climatizada de um frigorífico
cortes apontados na desossa
Uma entrada, dezenas de saídascortes apontados na desossa
na etiqueta, na balança e no item da nota
Peso variávelna etiqueta, na balança e no item da nota
por telefone, chat e e-mail
Suporte humanopor telefone, chat e e-mail
integrações disponíveis
+250integrações disponíveis

O que é um sistema de gestão para frigorífico?

É o software que um frigorífico usa para controlar uma operação em que entra pouca coisa e sai muita: uma meia carcaça vira dezenas de cortes com peso, preço e destino diferentes. Ele registra a entrada por peso, abre a ordem de desossa, aponta na balança o que cada corte rendeu, trata miúdo e sebo como subproduto, acompanha a quebra na câmara e emite a nota com peso variável e o lote da embalagem a vácuo.

O que trava a operação

Os gargalos que aparecem em frigorífico

  • Rendimento de desossa no palpite

    Uma carcaça de 260 kg vira quantos quilos de traseiro, de dianteiro e de ponta de agulha? Sem o apontamento na balança, o rendimento do dia é o que o encarregado achou que foi.

  • Corte nobre pagando pelo corte barato

    O preço da picanha é decorado e o do músculo também, mas ninguém refaz a conta quando a arroba sobe. O resultado é o traseiro cobrindo o prejuízo do dianteiro sem que apareça em relatório nenhum.

  • Quebra que some entre a sala e a expedição

    A carne perde peso pendurada na câmara e perde de novo na porcionagem. A balança da desossa diz uma coisa, a da expedição diz outra, e a diferença vira aquele ajuste de inventário que ninguém explica.

  • Vácuo embalado sem data que se sustente

    A validade da peça a vácuo depende da data de embalagem, e não da data em que o boi foi abatido. Quando a etiqueta é digitada à mão, o cliente recebe peça com prazo vencendo em três dias.

Antes e depois

O que muda na rotina com o Beevix

Comparação entre a operação sem sistema e com o Beevix em frigorífico
Na operaçãoSem sistemaCom o Beevix
EntradaPeso do caminhão anotado no papel da balança e digitado depoisCarcaça recebida por peso e lote, com a guia de trânsito vinculada
DesossaCaixa de cada corte contada no fim do turno, no olhoOrdem que consome a carcaça e gera cada corte com peso apontado
RendimentoNúmero que o encarregado estima quando alguém perguntaPercentual por corte e por carcaça, comparado com o esperado
SubprodutoFígado, mocotó e sebo saem por fora, sem entrar no faturamentoMiúdo, osso e sebo com saldo próprio, pesagem e venda registrada
EmbalagemEtiqueta preenchida à mão, com a data que o operador lembrouLote, data de embalagem e validade impressos na saída do vácuo
FaturamentoNota digitada com o peso do pedido, ajustada por telefone depoisNF-e com o peso conferido de cada caixa, corte por corte

Como funciona na prática

O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento

  1. 1

    Compra e recebimento

    A entrada registra o peso vivo ou o peso da carcaça, o fornecedor, a guia sanitária e o lote de abate que vai acompanhar tudo o que sair dali.

  2. 2

    Ordem de desossa

    A carcaça entra como matéria-prima e a ordem lista os cortes esperados. É esse documento que amarra o que entrou ao que saiu da sala de corte.

  3. 3

    Apontamento na balança

    Cada corte é pesado e lançado com o peso real. O sistema fecha o balanço da carcaça, mostrando carne, osso, aparas e o que ficou como quebra.

  4. 4

    Embalagem e etiqueta

    Peça a vácuo ou bandeja recebe etiqueta com peso, lote, data de embalagem e validade, e entra no estoque da câmara já identificada.

  5. 5

    Carga e nota

    A separação monta a carga do açougue ou do supermercado, a conferência bate caixa por caixa e a NF-e sai com o peso efetivamente embarcado.

Recursos

O que o Beevix entrega para frigorífico

  • Ordem de desossa

    Uma carcaça consumida, muitos cortes gerados, cada um com peso apontado e custo rateado.

  • Rendimento e quebra por carcaça

    Percentual de cada corte contra o esperado, com a perda de peso da câmara medida em vez de estimada.

  • Etiqueta de peso variável

    Peso, lote, data de embalagem e validade impressos na peça, e o mesmo dado indo para o item da nota.

  • Miúdo, osso e sebo

    Subprodutos com saldo e preço próprios, para a receita da graxaria e do miúdo aparecer no caixa.

  • Validade do vácuo

    Prazo contado a partir da embalagem, com saldo por câmara e saída pelo lote que vence antes.

  • Carga refrigerada por rota

    Romaneio por cliente e por veículo, com conferência de peso na expedição do caminhão.

Painel do Beevix para frigorífico

Tudo em um painel só: frigorífico do primeiro contato ao faturamento.

Integrações

Conectado ao que a sua operação já usa

  • C

    Certificado Digital A1

    Exigido para a NF-e de venda e para a nota de entrada do gado comprado do produtor.

  • E

    Etiquetas com código de barras

    Etiqueta de peso variável na embalagem, com lote e validade legíveis no destino.

  • P

    Pix, boleto e link

    Receba do açougue e do supermercado com baixa automática no contas a receber.

  • C

    Conta digital PJ

    Pagamento do pecuarista e conciliação bancária dentro do mesmo financeiro.

  • W

    WhatsApp

    Receba o pedido do açougue e avise a rota quando a carga sair da câmara.

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Fiscal e regulatório

As particularidades do setor

O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em frigorífico.

  • Nota de entrada do gado

    A compra de animal de produtor rural pessoa física costuma ser registrada por nota de entrada emitida pelo próprio frigorífico, e boa parte dos estados aplica diferimento do ICMS nessa operação. A guia de trânsito animal acompanha o transporte e é documento sanitário, não fiscal.

  • O selo de inspeção define onde você pode vender

    Produto com inspeção municipal circula no município, com inspeção estadual circula no estado e apenas o SIF permite venda interestadual e exportação. Trocar de mercado exige o registro correspondente antes de faturar.

  • Peso variável no item da nota

    Carne é vendida por quilo, e o peso que vale é o da caixa conferida, não o do pedido. A NF-e precisa sair com a quantidade real de cada corte, sob pena de a diferença virar acerto manual com o cliente.

Implantação

Rodando na primeira semana

Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.

  1. 1

    Dia 1 — Cortes e câmaras

    Cadastre a lista de cortes, miúdos e subprodutos, e os depósitos refrigerados da planta.

  2. 2

    Dia 2 — Ficha de desossa

    Registre o rendimento esperado de cada corte a partir da carcaça que você costuma receber.

  3. 3

    Dia 3 — Primeira ordem

    Rode uma desossa real apontando peso corte a corte e feche o balanço da carcaça.

  4. 4

    Semana 2 — Etiqueta e fiscal

    Configure a etiqueta de peso variável, o certificado digital e a NF-e por quilo.

Glossário

Os termos de frigorífico, explicados

Meia carcaça
Metade do animal abatido, dividida ao longo da coluna, como chega à sala de corte. É a unidade de entrada do frigorífico que compra carcaça em vez de abater.
Rendimento de desossa
Proporção da carcaça que vira carne vendável, contra o que vira osso, gordura e aparas. Poucos pontos percentuais de diferença mudam o resultado do mês inteiro.
Quebra de peso
Perda natural de peso da carne por evaporação enquanto está na câmara e no manuseio. É prevista no processo e precisa ser medida para não ser confundida com furto ou erro de contagem.
Arroba
Unidade de 15 quilos usada na negociação de gado. O pecuarista vende por arroba de carcaça, e o frigorífico revende por quilo de corte, o que exige converter uma medida na outra.
Peso variável
Característica de um produto cuja embalagem nunca tem exatamente a mesma quantidade. Cada peça vale o que a balança marcou, e é esse número que vai para a etiqueta e para a nota.
SIF
Serviço de Inspeção Federal, que fiscaliza estabelecimentos de produto de origem animal. O carimbo do SIF no rótulo é o que autoriza a venda para outros estados e para o exterior.

Planos e preços

Um ERP que acompanha o crescimento da sua empresa

Escolha o plano mais adequado ao tamanho da sua operação. No plano anual, você economiza até 50%.

  • Beevix Básico

    Para começar com organização e controle

    Ideal para MEIs que precisam organizar o financeiro, emitir notas e acompanhar a operação em um só lugar.

    Microempreendedor Individual — MEI

    Faturamento anual recomendado: Até R$ 81 mil

    R$ 99/mês

    Equivalente a R$ 1.188 por ano

    Economize R$ 360 por ano

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    Inclui

    • 1 usuário
    • Emissão de NF-e e NFC-e
    • Controle de estoque e cadastros
    • Contas a pagar e a receber
    • 1 canal de venda integrado
    • Suporte por e-mail
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    Faturamento anual recomendado: De R$ 81 mil a R$ 360 mil

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    Equivalente a R$ 1.788 por ano

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    • 3 usuários
    • NFS-e e ordem de serviço
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    • Até 5 canais de venda
    • Beevix Envios e etiquetas
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    Para empresas que estão crescendo

    Ideal para operações com maior volume de vendas, mais processos, equipe em expansão e necessidade de controles avançados.

    Empresa em expansão

    Faturamento anual recomendado: De R$ 360 mil a R$ 1,5 milhão

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    Equivalente a R$ 2.748 por ano

    Economize R$ 1.440 por ano

    Falar sobre o Scale

    Tudo do Pro, mais

    • 8 usuários
    • Canais de venda ilimitados
    • +80 automações
    • Ordem de produção
    • Dashboards do Meu Negócio
    • Suporte prioritário
  • Beevix Max

    Para operações de maior porte

    Ideal para empresas com alto volume de movimentações, diferentes setores, processos complexos, filiais ou múltiplos CNPJs.

    Operação de maior porte

    Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão

    R$ 399/mês

    Equivalente a R$ 4.788 por ano

    Economize R$ 4.800 por ano

    Falar com um especialista

    Tudo do Scale, mais

    • Usuários ilimitados
    • Multiempresas (múltiplos CNPJs)
    • API e Central de Extensões
    • Implantação guiada
    • Gerente de conta dedicado
    • SLA de atendimento
  • Sem fidelidade nem multa
  • Troque de plano quando quiser
  • Suporte humano incluso
  • Implantação acompanhada

Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.

Dúvidas frequentes

Perguntas de quem trabalha com frigorífico

Como calcular o rendimento de desossa do boi?

O rendimento é a relação entre o peso da carcaça que entrou na sala de corte e o peso somado dos cortes que saíram dela. No Beevix, a ordem de desossa consome a carcaça e recebe o apontamento de cada corte na balança, fechando o balanço com carne, osso, aparas e quebra separados.

O sistema aceita uma entrada gerando vários produtos?

Aceita. A ordem de produção pode consumir um item e gerar dezenas, cada um com peso e custo próprios. É assim que uma única carcaça se transforma em picanha, alcatra, músculo, osso e sebo dentro do mesmo documento.

Dá para trabalhar com etiqueta de peso variável?

Dá. A peça é pesada, a etiqueta sai com peso, lote, data de embalagem e validade, e esse mesmo peso alimenta o item da nota fiscal, sem redigitar nada na hora de faturar.

Miúdo e sebo entram no controle?

Entram. Fígado, mocotó, bucho, osso e sebo podem ser cadastrados como subprodutos gerados na desossa, com saldo em estoque e venda faturada. A receita da graxaria deixa de circular por fora.

Controla a validade da carne embalada a vácuo?

Controla. O prazo é contado a partir da data de embalagem registrada no lote, o saldo é mantido por câmara e a separação indica o que precisa sair primeiro.

Consigo saber a margem de cada corte?

Consegue. O custo da carcaça é rateado entre os cortes conforme o rendimento apontado, e o sistema compara esse custo com o preço praticado em cada canal, do açougue ao supermercado.

Atende frigorífico que também tem loja de varejo?

Atende. A venda no atacado sai em NF-e com tabela por cliente e a loja atende o consumidor final em PDV com NFC-e, com balança integrada e o mesmo estoque por lote.

Organize a sua operação de frigorífico

Sem fidelidade. Fale com quem conhece a operação do seu setor.

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