Indústrias
Sistema de gestão para indústria de plásticos
A peça nasce de um molde que custou caro e tem vida útil contada em ciclos. Resina em quilo, cor dosada por masterbatch e refugo que volta moído para a mesma máquina.

- ciclos rodados e preventiva por ferramenta
- Molde como ativociclos rodados e preventiva por ferramenta
- resina na compra, peso da peça na ficha
- Quilo e gramasresina na compra, peso da peça na ficha
- de teste grátis, sem cartão
- 30 diasde teste grátis, sem cartão
- integrações disponíveis
- +250integrações disponíveis
O que é um sistema de gestão para indústria de plásticos?
É um software organizado em torno dos dois controles que o plástico exige: o molde e o ciclo. Cada molde é cadastrado como ativo, com as peças que produz, o número de cavidades, os ciclos acumulados e a manutenção preventiva. A ordem de produção registra máquina, molde, tempo de ciclo, resina consumida em quilo, o masterbatch da cor e o refugo gerado, que volta ao processo como moído. O custo da peça sai desse consumo, não de um percentual sobre o quilo.
O que trava a operação
Os gargalos que aparecem em indústria de plásticos
Molde tratado como ferramenta esquecida
Ninguém sabe quantos ciclos aquele molde já rodou nem quando foi a última manutenção. Ele quebra no meio de um pedido grande e a linha para por semanas.
Resina em quilo, pedido em peça
A compra vem em saco de 25 kg e o pedido é de 40 mil peças. Sem o peso da peça no cadastro, não há como saber se a resina do galpão cobre a ordem.
Refugo que desaparece
Galho de injeção e peça fora de especificação vão para o moinho e voltam para a máquina sem registro. O que era matéria-prima recuperada sai do custo.
Cor acertada no olho do operador
A dosagem do masterbatch muda de um turno para o outro e o cliente reclama da diferença de tom entre dois lotes. Refazer 5 mil peças custa mais que o pigmento.
Antes e depois
O que muda na rotina com o Beevix
| Na operação | Sem sistema | Com o Beevix |
|---|---|---|
| Molde | Ferramenta na prateleira, com a história na memória do ferramenteiro | Ativo cadastrado com peças, cavidades, ciclos rodados e manutenção |
| Matéria-prima | Saco de resina contado no galpão antes de fechar o pedido | Saldo em quilo por tipo e cor, com o peso da peça na ficha |
| Produção | Apontamento em folha presa na lateral da injetora | Ordem por máquina e molde, com ciclo, peça boa, refugo e parada |
| Refugo | Vai para o moinho e ninguém registra o que voltou | Moído entra como matéria-prima recuperada, com percentual admitido |
| Cor | Dosagem a olho, com tom diferente entre um lote e outro | Masterbatch na ficha da peça, em quantidade por quilo de resina |
| Custo | Preço do quilo mais um percentual igual para toda a linha | Resina, pigmento, hora de máquina e refugo somados na peça |
Como funciona na prática
O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento
- 1
Cadastro do molde
Registre cavidades, peças que ele produz, ciclos acumulados e o plano de preventiva, com o histórico de cada intervenção na ferramentaria.
- 2
Ficha da peça
Peso em gramas, resina, percentual de moído admitido, masterbatch e tempo de ciclo na máquina em que roda.
- 3
Ordem de produção
A ordem amarra máquina, molde e turno, reserva a resina em quilo e define a quantidade a injetar ou a extrudar.
- 4
Apontamento e refugo
Cada turno aponta peça boa, refugo e parada. O refugo vai ao moinho e volta ao estoque como material recuperado.
- 5
Embalagem e faturamento
Peça contada ou pesada, embalada em caixa ou fardo, NF-e emitida e o molde com os ciclos atualizados.
Recursos
O que o Beevix entrega para indústria de plásticos
Molde como ativo
Cavidades, ciclos acumulados, preventiva e histórico de reparo por ferramenta.
Resina controlada em quilo
Saldo por tipo e cor, com conversão do quilo comprado para os gramas por peça da ficha.
Ordem por máquina e molde
Ciclo, turno, peça boa, refugo e parada apontados na injetora ou na extrusora.
Moído de volta ao processo
Refugo entra como matéria-prima recuperada, respeitando o percentual admitido na peça.
Cor e masterbatch
Dosagem do pigmento fixada na ficha, para o tom não mudar de um lote para o outro.
Custo por peça injetada
Resina, pigmento, hora de máquina e refugo contra o preço fechado com o cliente.
Tudo em um painel só: indústria de plásticos do primeiro contato ao faturamento.
Integrações
Conectado ao que a sua operação já usa
- C
Certificado Digital A1
Exigido para emitir NF-e de venda e de remessa para industrialização.
- W
WhatsApp
Confirme pedido e avise a expedição do cliente quando o lote sair da linha.
- P
Pix, boleto e link
Receba do cliente industrial com baixa automática no contas a receber.
- C
Conta digital PJ
Pagamento de resina e conciliação bancária no mesmo financeiro.
- M
Mercado Livre e Shopee
Venda de utilidade plástica ao consumidor com o mesmo estoque de acabado.
Fiscal e regulatório
As particularidades do setor
O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em indústria de plásticos.
NF-e de venda e de industrialização
A peça vendida sai em NF-e. Quando o cliente manda o molde ou a resina, a operação é industrialização por encomenda, com CFOP próprio na remessa e no retorno.
Molde do cliente em poder da fábrica
É comum o molde pertencer ao cliente e ficar anos na fábrica. Essa permanência exige documento de remessa e controle do que está em posse de quem, mesmo sem a ferramenta voltar a circular.
NCM por polímero e por aplicação
A classificação da peça acabada muda conforme a resina e o uso final, e embalagem destinada a contato com alimento tem exigência sanitária própria. Erro de NCM aparece na rejeição da nota.
Implantação
Rodando na primeira semana
Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.
- 1
Dia 1 — Resinas e moldes
Cadastre resinas por tipo e cor e os moldes ativos, com cavidades e ciclos já rodados.
- 2
Dia 2 — Fichas das peças
Registre peso em gramas, masterbatch, percentual de moído e tempo de ciclo.
- 3
Dia 3 — Primeira ordem
Rode uma ordem real numa injetora, apontando peça boa, refugo e parada.
- 4
Semana 2 — Fiscal e ferramentaria
Configure certificado, NCM, CFOP de industrialização e a preventiva dos moldes.
Glossário
Os termos de indústria de plásticos, explicados
- Molde
- Ferramenta de aço que dá forma à peça dentro da injetora. Custa como uma máquina, tem vida útil medida em ciclos e para a produção inteira quando quebra.
- Ciclo
- Tempo que a máquina leva para fechar, injetar, resfriar e expulsar a peça. Poucos segundos de diferença no ciclo mudam a capacidade da fábrica no mês.
- Cavidade
- Cada cópia da peça que o molde produz por ciclo. Um molde de quatro cavidades entrega quatro peças por injeção, o que altera prazo e custo unitário.
- Moído
- Refugo e galho triturados para voltar à máquina misturados à resina virgem. Tem limite de percentual por peça, porque afeta a resistência do material.
- Masterbatch
- Concentrado de pigmento dosado junto à resina para dar cor à peça. A quantidade por quilo precisa ser fixa, ou o tom muda entre lotes.
- Galho
- Plástico que solidifica nos canais por onde a resina entrou no molde. Sai junto com a peça, é separado no acabamento e vira moído.
Planos e preços
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Para operações de maior porte
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Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.
Dúvidas frequentes
Perguntas de quem trabalha com indústria de plásticos
O sistema controla os moldes?
Controla. Cada molde é um cadastro com as peças que produz, cavidades, ciclos acumulados, plano de preventiva e histórico de reparo. A manutenção passa a ser feita por uso, e não quando a ferramenta quebra.
Como fica a resina comprada em quilo?
O saldo é mantido em quilo por tipo e cor, e a ficha da peça traz o peso em gramas. A ordem de produção converte um no outro, então dá para saber se a resina do galpão cobre o pedido.
Dá para registrar o refugo que volta moído?
Dá. O refugo apontado no turno entra no estoque como matéria-prima recuperada, e a ficha da peça define o percentual de moído admitido na mistura.
Consigo saber o custo de uma peça injetada?
Consegue. O custo soma resina, masterbatch, tempo de máquina e refugo da ordem, comparado com o preço fechado com o cliente peça por peça.
Serve para extrusão, e não só injeção?
Serve. A ordem registra a máquina, o consumo em quilo e a produção em metro, quilo ou unidade, o que cobre extrusão de filme, tubo e perfil.
O molde é do cliente. O sistema trata isso?
Trata. O molde fica cadastrado com o proprietário e a permanência na fábrica é acompanhada como material em poder de terceiro, com a documentação de remessa.
Dá para apontar produção por turno e por máquina?
Dá. Cada apontamento registra máquina, molde, turno, peça boa, refugo e parada, mostrando qual injetora está entregando e qual está travando o pedido.
Outros segmentos atendidos
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