Associações e terceiro setor
Sistema de gestão para cooperativas de catadores e reciclagem
O caminhão da coleta seletiva despeja cinco toneladas por dia no galpão. Na esteira, quarenta cooperados separam PET cristal, PEAD colorido, papelão, aparas brancas e alumínio. No fim do mês, o dinheiro das vendas precisa ser dividido de forma justa e explicado a cada um.
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- Por materialpeso de triagem e fardos em estoque
- na venda para aparistas e recicladoras
- NF-ena venda para aparistas e recicladoras
- por telefone, chat e e-mail
- Suporte humanopor telefone, chat e e-mail
- da sobra entre cooperados conforme a produção
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O que é um sistema para cooperativa de reciclagem?
Numa cooperativa de catadores, o sistema registra o peso de cada material triado, transforma a produção em fardos no estoque e vende para aparistas e indústrias recicladoras com NF-e. Ele também controla o contrato de coleta seletiva com a prefeitura e apura quanto cada cooperado produziu, base para o rateio aprovado em assembleia.
O que trava a operação
Os gargalos que aparecem em cooperativa de reciclagem
Rateio que gera desconfiança
A venda do mês somou R$ 62 mil. Sem registro de horas ou quilos por cooperado, a divisão é contestada na assembleia e alguém sai da cooperativa.
Preço de venda aceito sem comparar
O atravessador oferece R$ 0,55 o quilo do papelão. Sem histórico de preços por comprador, a cooperativa não sabe se aceitou o pior valor do trimestre.
Fardo sem peso conferido
O comprador pesa a carga na balança dele e desconta umidade. A cooperativa não tem o peso de saída registrado para contestar.
Relatório da prefeitura atrasado
O contrato de coleta seletiva pede toneladas recebidas e rejeito por mês. Somar os tickets de balança leva a última semana do mês.
Antes e depois
O que muda na rotina com o Beevix
| Na operação | Sem sistema | Com o Beevix |
|---|---|---|
| Triagem | Anotação no quadro do galpão | Peso por material e por turno lançado na hora |
| Estoque | Contagem visual de fardos | Fardos por material com peso e data |
| Venda | Recibo do comprador | Pedido com NF-e e peso de saída registrado |
| Preços | Memória da última venda | Histórico de preço por material e comprador |
| Rateio | Divisão igual sem registro | Produção por cooperado para aplicar o critério da assembleia |
| Prefeitura | Planilha montada no fim do mês | Toneladas recebidas, vendidas e rejeitadas por período |
Como funciona na prática
O fluxo completo, do primeiro contato ao faturamento
- 1
Recebimento
Carga da coleta seletiva ou de grandes geradores pesada na entrada e registrada por origem.
- 2
Triagem
Materiais separados por tipo e pesados por turno ou por cooperado, com o rejeito registrado.
- 3
Prensagem e estoque
Fardos montados por material, pesados e lançados no estoque.
- 4
Venda
Carga vendida ao aparista ou à recicladora com NF-e, peso de saída e preço por quilo.
- 5
Fechamento e rateio
Receita do mês, despesas da cooperativa e produção de cada cooperado para o rateio definido em assembleia.
Recursos
O que o Beevix entrega para cooperativa de reciclagem
Estoque por material
PET, PEAD, PP, papelão, aparas, alumínio e vidro em quilos e fardos.
Pesagem com balança
Peso de entrada, de triagem e de saída lançado da balança.
Venda com NF-e
Nota fiscal para compradores de material reciclável.
Produção por cooperado
Quilos ou horas de cada cooperado no período.
Preço por comprador
Histórico de valores pagos por material e por aparista.
Coleta seletiva
Rotas e toneladas recebidas para o relatório do contrato público.
Tudo em um painel só: cooperativa de reciclagem do primeiro contato ao faturamento.
Integrações
Conectado ao que a sua operação já usa
- B
Balança
Peso lido direto na entrada, na triagem e na expedição.
- C
Certificado Digital A1
Assinatura das NF-e de venda de material.
- P
Pix e boleto
Recebimento das vendas com baixa automática.
- C
Conciliação bancária
Extrato da cooperativa conferido com vendas e pagamentos.
- C
Contabilidade
Vendas, despesas e sobras enviadas ao contador.
Fiscal e regulatório
As particularidades do setor
O que muda na emissão de nota e nas obrigações de quem atua em cooperativa de reciclagem.
Cooperativas na política de resíduos
A Lei 12.305/2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevê o incentivo à participação de cooperativas de catadores na coleta seletiva e na logística reversa. Contratos com o município seguem a legislação de licitações e as regras locais.
Venda de reciclável com nota
A venda de material reciclável é operação com mercadoria e pede NF-e. Em vários estados há diferimento ou regra especial de ICMS para sucata e reciclável; confirme com a contabilidade.
Sobras e cooperados
A distribuição de sobras e as retiradas dos cooperados seguem a Lei 5.764/1971, o estatuto e as decisões da assembleia. O cálculo tributário é do contador.
Implantação
Rodando na primeira semana
Um roteiro objetivo para sair da planilha sem parar o atendimento.
- 1
Dia 1 — Materiais
Cadastre cada tipo de material com unidade em quilo e preço de referência.
- 2
Dia 2 — Cooperados
Lance os cooperados e o critério de apuração de produção aprovado.
- 3
Dia 3 — Estoque
Conte os fardos no galpão e integre a balança.
- 4
Semana 2 — Vendas
Cadastre os compradores e emita a primeira NF-e pelo sistema.
Glossário
Os termos de cooperativa de reciclagem, explicados
- Aparista
- Comprador intermediário de papel e papelão que classifica e revende às fábricas de papel.
- Rejeito
- Material que chega na coleta seletiva mas não tem valor de venda e vai para o aterro.
- Fardo
- Bloco de material reciclável prensado e amarrado, pronto para venda.
- PEAD
- Polietileno de alta densidade, usado em frascos de produtos de limpeza e galões.
- Sobras
- Resultado positivo da cooperativa no exercício, distribuído conforme o estatuto e a assembleia.
- Logística reversa
- Retorno de produtos e embalagens pós-consumo ao ciclo produtivo, com responsabilidade compartilhada.
Planos e preços
Um ERP que acompanha o crescimento da sua empresa
Escolha o plano mais adequado ao tamanho da sua operação. No plano anual, você economiza até 50%.
Beevix Básico
Para começar com organização e controle
Ideal para MEIs que precisam organizar o financeiro, emitir notas e acompanhar a operação em um só lugar.
Microempreendedor Individual — MEI
Faturamento anual recomendado: Até R$ 81 mil
Falar sobre o BásicoR$ 99/mês
Equivalente a R$ 1.188 por ano
Economize R$ 360 por ano
Inclui
- 1 usuário
- Emissão de NF-e e NFC-e
- Controle de estoque e cadastros
- Contas a pagar e a receber
- 1 canal de venda integrado
- Suporte por e-mail
- Mais escolhido
Beevix Pro
Para centralizar toda a gestão da empresa
Ideal para microempresas que precisam controlar vendas, estoque, financeiro, clientes e processos em uma única plataforma.
Microempresa — ME
Faturamento anual recomendado: De R$ 81 mil a R$ 360 mil
Falar sobre o ProR$ 149/mês
Equivalente a R$ 1.788 por ano
Economize R$ 600 por ano
Tudo do Básico, mais
- 3 usuários
- NFS-e e ordem de serviço
- Frente de caixa (PDV)
- Até 5 canais de venda
- Beevix Envios e etiquetas
- Suporte por telefone e chat
Beevix Scale
Para empresas que estão crescendo
Ideal para operações com maior volume de vendas, mais processos, equipe em expansão e necessidade de controles avançados.
Empresa em expansão
Faturamento anual recomendado: De R$ 360 mil a R$ 1,5 milhão
Falar sobre o ScaleR$ 229/mês
Equivalente a R$ 2.748 por ano
Economize R$ 1.440 por ano
Tudo do Pro, mais
- 8 usuários
- Canais de venda ilimitados
- +80 automações
- Ordem de produção
- Dashboards do Meu Negócio
- Suporte prioritário
Beevix Max
Para operações de maior porte
Ideal para empresas com alto volume de movimentações, diferentes setores, processos complexos, filiais ou múltiplos CNPJs.
Operação de maior porte
Faturamento anual recomendado: Acima de R$ 1,5 milhão
Falar com um especialistaR$ 399/mês
Equivalente a R$ 4.788 por ano
Economize R$ 4.800 por ano
Tudo do Scale, mais
- Usuários ilimitados
- Multiempresas (múltiplos CNPJs)
- API e Central de Extensões
- Implantação guiada
- Gerente de conta dedicado
- SLA de atendimento
- Sem fidelidade nem multa
- Troque de plano quando quiser
- Suporte humano incluso
- Implantação acompanhada
Os valores anuais são apresentados como equivalência mensal. A recomendação considera o faturamento e a complexidade da operação, mas você pode escolher o plano que melhor atende às necessidades da sua empresa.
Dúvidas frequentes
Perguntas de quem trabalha com cooperativa de reciclagem
O sistema controla o peso de cada material?
Controla. Entrada, triagem, fardos e saída são registrados em quilos por material, com balança integrada.
Consigo emitir nota fiscal na venda para o aparista?
Consegue. A venda sai com NF-e, peso e preço por quilo, e o recebimento é baixado no financeiro.
O Beevix calcula o rateio entre os cooperados?
Ele mostra a produção de cada cooperado e a receita do período. O critério de divisão é o aprovado em assembleia, e o cálculo final de retiradas e sobras é feito com a contabilidade.
Qual a diferença para um sistema de ferro-velho?
Ferro-velho compra sucata de terceiros por quilo. A cooperativa recebe material da coleta seletiva, tria com o trabalho dos cooperados e divide o resultado entre eles.
O Beevix emite MTR ou relatório do SINIR?
Não. Manifestos e declarações ambientais são feitos nos sistemas oficiais. O Beevix guarda as toneladas que você usa para preencher.
Dá para gerar o relatório do contrato com a prefeitura?
Dá. O relatório mostra toneladas recebidas, vendidas e rejeitadas no período.
Serve para associação de catadores que ainda não é cooperativa?
Serve para controle de peso, estoque e vendas. Para emitir NF-e, a entidade precisa estar formalizada com CNPJ e inscrição estadual.
Organize a sua operação de cooperativa de reciclagem
Sem fidelidade. Fale com quem conhece a operação do seu setor.
Atendimento por WhatsApp, telefone ou e-mail. Sem compromisso.


